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Polícia Civil prende 3 integrantes de facção com armas e drogas em Guarantã do Norte

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A Polícia Civil prendeu em flagrante três homens investigados por integrarem uma facção criminosa. As prisões foram na noite de sexta-feira (11.7), no município de Guarantã do Norte, e com eles foram apreendidas duas armas de fogo e várias porções de maconha e cocaína.

Um dos suspeitos, de 28 anos, é apontado como liderança da facção e vinha sendo procurado pois estava com a prisão preventiva decretada pelo juízo da Comarca de Sinop.

Além de preso por cumprimento do mandado judicial, o criminoso foi autuado em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo. Os outros dois homens foram autuados pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.

A ação coordenada pela Delegacia Regional de Guarantã do Norte, decorreu das diligências investigativas que resultaram na identificaram de um endereço, no bairro Jardim Guaranorte, onde o foragido poderia estar.

Diante das suspeitas os policiais civis passaram a monitorar o local, quando na noite de sexta-feira (11) avistaram um indivíduo com as mesmas características do foragido saindo do imóvel.

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Imediatamente foi realizada a abordagem do alvo e com ele encontradas porções de entorpecentes. Dentro da casa estavam os outros dois envolvidos, na posse de mais drogas e duas armas de fogo.

Conforme investigação, os presos são investigados por participação ativa no tráfico de drogas na região de Guarantã do Norte e Peixoto de Azevedo. O foragido também é suspeito de envolvimento direto, em pelo menos uma tentativa de homicídio e alguns homicídios consumados no município de Peixoto de Azevedo, juntamente com outros membros da facção.

Diante do flagrante os três homens foram conduzidos à Delegacia de Polícia, interrogados e autuados em flagrante delito, bem como dado cumprimento à ordem judicial de prisão em desfavor do líder da facção.

A Polícia Civil reafirma o seu compromisso com a segurança pública e segue com as investigações visando a desarticulação completa da facção instalada na região norte de Mato Grosso.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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