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PRF lança Operação Rodovida 2025/2026 em Mato Grosso

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) lançou oficialmente, nesta quarta-feira (17), a Operação Rodovida 2025/2026. A iniciativa marca o início de um conjunto de ações estratégicas voltadas à redução de sinistros de trânsito, preservação de vidas e fortalecimento da segurança viária nas rodovias federais que cortam o estado.

A Operação Rodovida é uma das principais mobilizações nacionais da PRF e concentra esforços especialmente nos períodos de festas de fim de ano, férias escolares e Carnaval, quando há aumento significativo do fluxo de veículos. Em Mato Grosso, as ações envolvem reforço no policiamento ostensivo, fiscalizações direcionadas, atividades educativas e atuação integrada com órgãos parceiros, com foco na prevenção de sinistros graves e na proteção da vida.

Durante o lançamento, foi ressaltada a importância da atuação preventiva, da fiscalização qualificada e da conscientização dos usuários das rodovias como pilares fundamentais para a redução de mortes e feridos no trânsito. A PRF reforça que a Operação Rodovida vai além da repressão, priorizando orientação, educação para o trânsito e resposta rápida às ocorrências, especialmente nos trechos com maior índice de sinistros.

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A solenidade contou com a presença do Superintendente da Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso, Arthur Nogueira e representantes de instituições parceiras que atuam de forma integrada na segurança viária e pública, entre eles o Superintendente da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), Felipe Midon; a Gerente de Eficiência Operacional da Nova Rota do Oeste, Bárbara Nathane; o Delegado da Polícia Civil, Afonso Monteiro da Silva Júnior; e a Diretora de Fiscalização e Educação para o Trânsito do Detran-MT, Adriana Carnevalle.

A PRF segue atuando de forma intensificada ao longo de toda a Operação Rodovida 2025/2026, reforçando a presença institucional nas rodovias federais de Mato Grosso e trabalhando de forma integrada para garantir um trânsito mais seguro para todos.

Fonte: PRF – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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