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Assembleia entrega honrarias a Rikelme e ao palestino Mohammad Ata Leimoun

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A Assembleia Legislativa, por intermédio do deputado Elizeu Nascimento (PL), entregou honrarias para duas personalidades de Mato Grosso. O primeiro agraciado foi Mohammad Ata Leimoun, de origem palestina, que recebeu o título de cidadão mato-grossense, sendo que, em seguida, o jogador ao Shabab Al-Ahli, dos Emirados Árabes Unidos, Rikelme recebeu a medalha de honra ao mérito esportivo João Batista Jaudy.

“É muito importante o trabalho da Assembleia Legislativa que homenageia pessoas que têm feito muito pelo nosso estado. Pessoas que vêm de outros estados e até mesmo de outros países, descendentes de outras nacionalidades, como é o Mohammad Ata, que é de origem palestina e que tem trabalho prestado ao município de Barra do Garças. Tem também o jogador Rikelme, que saiu de Cuiabá para encantar os Emirados Árabes Unidos com o seu futebol”, explicou o autor das honrarias, Elizeu Nascimento.

Mohammad Atta nasceu na Palestina em 16 de julho de 1987 e chegou a Mato Grosso em 1997 juntamente com sua família, se instalando no município de Barra do Garças.

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“Essa honraria, para mim, não tem como realmente a gente medir o tamanho dela. É uma felicidade imensa de ser reconhecido depois de 20 anos morando no Brasil e realmente algo que eu nunca esperei em receber. Daqui para frente, tenho uma responsabilidade maior em crescer junto com o município e também com o estado”, revelou Atta.

Para o jogador Rikelme, nascido em Cuiabá e formado nas categorias de base do time do mesmo nome, a homenagem foi um fato marcante na sua carreira.

“Sinceramente não esperava receber essa homenagem tão jovem. Estou muito feliz por essa honraria e espero melhorar cada vez mais lá fora e mostrar que Cuiabá tem bons valores no esporte”, disse.

Foto: Luciano Campbell/ALMT

Carreira – Rikelme chegou às categorias de base do Cuiabá em 2018, aos 14 anos. Depois de impressionar no time sub-15, assinou contrato profissional em 2019, sendo posteriormente emprestado ao Cruzeiro. Ao retornar em dezembro de 2020, o jogador estreou pelo time principal do Dourado em 6 de fevereiro de 2021, entrando como substituto do atacante Elvis na vitória por 1 a 0 sobre o Vila Nova, pela Copa Verde de 2020. Em 2021, ele atuou apenas com o elenco principal no Campeonato Mato-Grossense e na Copa FMF, já que o clube optou por escalar um time sub-23 neste último torneio.

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Depois, foi emprestado ao Dom Bosco para a Copa Mato-Grossense de 2022, não podendo jogar as semifinais contra seu clube de origem. Ao retornar, ele participou de duas partidas da Copa Sul-Americana antes de estrear na Série A em 23 de outubro de 2022, substituindo André Luís na derrota em casa por 2 a 1 contra o Goiás.

No ano seguinte, se consolidou como titular sob o comando do então técnico António Oliveira e marcou seu primeiro gol na Série A. Em abril de 2023, Rikelme foi convocado para a seleção brasileira sub-20 para amistosos na Espanha, tornando-se o primeiro jogador do Cuiabá a ser convocado para qualquer categoria da seleção nacional.

Fonte: ALMT – MT

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Irajá avança no PSD, ameaça derrotar Emanuelzinho nas urnas e aumenta pressão sobre clã Pinheiro

Projeções eleitorais colocam Irajá Lacerda em vantagem na disputa interna pela Câmara Federal e indicam cenário difícil para Emanuel Pinheiro Filho, que tenta conquistar o terceiro mandato consecutivo

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O avanço da campanha de Irajá Lacerda dentro do PSD começa a desenhar um cenário preocupante para o deputado federal Emanuel Pinheiro Filho, o Emanuelzinho, que busca nas eleições de outubro conquistar o terceiro mandato consecutivo na Câmara dos Deputados.

A pouco mais de três semanas da votação, projeções eleitorais apontam Irajá como potencial candidato mais votado do PSD para deputado federal, situação que pode deixar Emanuelzinho fora da única vaga direta projetada para a legenda.

A avaliação publicada nesta sexta-feira (11) pelo jornalista Romilson Dourado, do RDNews, leva em consideração o cenário atual da disputa, pesquisas, estrutura eleitoral, grupos de apoiadores, desempenho interno das candidaturas e volume de campanha. Segundo a análise, Irajá Lacerda desponta como potencial candidato mais votado do PSD para deputado federal, cenário que ameaça diretamente a tentativa de Emanuelzinho de conquistar o terceiro mandato.

A projeção indica que Irajá pode ultrapassar a casa dos 80 mil votos. Em 2022, o advogado recebeu 54.607 votos, mas não conseguiu se eleger em razão do desempenho da legenda.

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Agora, além de sua principal base eleitoral na região de Cáceres, Irajá aparece com expansão política para outras regiões de Mato Grosso, incluindo Baixada Cuiabana, Médio-Norte e Araguaia, aumentando sua competitividade dentro da própria chapa.

Para Emanuelzinho, o problema está justamente na matemática da eleição proporcional. A projeção aponta um quociente eleitoral próximo de 231 mil votos, enquanto o PSD poderia alcançar aproximadamente 265 mil. Nesse desenho, a legenda teria condições de conquistar uma vaga direta.

Com apenas uma cadeira direta em jogo, a disputa interna passa a ser decisiva: Emanuelzinho precisa não apenas obter uma votação expressiva, mas superar os próprios companheiros de partido.

O deputado tenta renovar o mandato depois de oito anos consecutivos na Câmara Federal. Na reta final, seu desempenho parlamentar e as entregas realizadas durante esse período também entram no debate político e passam a ser explorados por adversários na tentativa de convencer o eleitorado pela renovação.

Nos bastidores, o risco de Emanuelzinho perder espaço para Irajá aumenta a pressão sobre o grupo político da família Pinheiro, que tem no mandato federal uma de suas principais posições na política estadual.

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O quadro, porém, ainda é uma projeção e não representa antecipação do resultado das urnas. Com pouco mais de três semanas de campanha, movimentações políticas, estrutura partidária e desempenho individual dos candidatos ainda podem alterar a composição da chapa.

Se Irajá confirmar nas urnas o desempenho projetado e terminar como o mais votado do PSD, Emanuelzinho poderá ver interrompida sua trajetória na Câmara Federal. A batalha mais perigosa para o deputado, portanto, pode não estar nos partidos adversários, mas dentro da própria chapa.

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