POLÍTICA NACIONAL
Comissão de Educação fará 8º debate sobre o novo PNE nesta segunda
Na segunda-feira (14), a partir das 10h, a Comissão de Educação e Cultura (CE) fará a oitava das dez audiências públicas previstas no ciclo de debates sobre o novo Plano Nacional de Educação (PNE), que está em análise no Congresso.
Já confirmaram participação Marisa Oliveira de Aquino, da Associação Nacional de Educação Católica do Brasil; Amábile Pacios, da Federação Nacional das Escolas Particulares; Marcos Raggazzi, da Associação Brasileira da Educação Básica de Livre Iniciativa; e Arnaldo Cardoso Freire, da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino.
O PNE em vigor, composto de 20 metas, foi aprovado pela Lei 13.005, de 2014, e teria sua vigência (que é de 10 anos) encerrada neste ano. De acordo com o texto, o Poder Executivo deveria enviar ao Congresso Nacional a proposta do novo plano até junho de 2023. Como isso não ocorreu, a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) apresentou o PL 5.665/2023, para prorrogar o plano atual. A Lei 14.934, de 2024, decorrente do projeto, foi sancionada em julho, o que prorrogou a validade do atual PNE até 2025.
O ciclo de audiências públicas para o discutir o próximo PNE prevê dez debates, conforme requerimento (REQ 64/2024 – CE) aprovado pela comissão. O novo plano está em um projeto de lei do Poder Executivo em análise na Câmara dos Deputados (PL 2.614/2024). O texto estabelece 18 objetivos a serem cumpridos até 2034 nas áreas de educação infantil, alfabetização, ensinos fundamental e médio, educação integral, diversidade e inclusão, educação profissional e tecnológica, educação superior, estrutura e funcionamento da educação básica.
A série de audiências sobre o PNE foi sugerida pelo presidente do colegiado, senador Flávio Arns (PSB-PR), e pelos senadores Marcelo Castro (MDB-PI), Teresa Leitão (PT-PE) e Zequinha Marinho (Podemos-PA).
Veja abaixo os links para a cobertura das sete primeiras audiências:
- Novo PNE avança com visão sistêmica da educação, avaliam especialistas
- Novo PNE requer aprovação do Sistema Nacional de Educação, dizem debatedores
- PNE: especialistas debatem evasão, IA e autonomia financeira para universidades públicas
- Novo PNE deve combater evasão escolar, dizem representantes estudantis na CE
- Novo PNE precisa suprir desigualdades educacionais, apontam especialistas
- PNE deve assegurar rede inclusiva com escolas especializadas, aponta debate
- PNE: para debatedores, redução da desigualdade e educação infantil são prioridades
Como participarO evento será interativo: os cidadãos podem enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania, que podem ser lidos e respondidos pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como hora de atividade complementar em curso universitário, por exemplo. O Portal e‑Cidadania também recebe a opinião dos cidadãos sobre os projetos em tramitação no Senado, além de sugestões para novas leis. |
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Lei reconhece município paranaense como Capital Nacional da Louça
O município de Campo Largo, no Paraná, passou a ser reconhecido oficialmente como a Capital Nacional da Louça. O título foi concedido pela Lei 15.453/26, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada na quinta-feira (2) no Diário Oficial da União.
A norma teve origem no Projeto de Lei 2896/24, do deputado Paulo Litro (União-PR), aprovado na Câmara em setembro do ano passado. Ele afirma que o município é o principal polo brasileiro de produção de louças profissionais. E lembra que a cidade Campo Largo já havia sido declarada, em lei estadual de 2010, como a Capital da Louça e Porcelana de Mesa e da Cerâmica do Paraná.
No Senado, a proposta foi aprovada em junho.
Paulo Litro citou informação do Sindilouças segundo a qual Campo Largo atende 75% da demanda nacional de louça profissional e gera mais de 3.500 empregos diretos e indiretos, sendo importante e fundamental polo do setor no Paraná. O município produz 36 milhões de peças de porcelana e cerâmicas por ano.
Os parlamentares que apoiaram a proposta ressaltam que a tradição ceramista da cidade se reflete em eventos como a Feira da Louça e instituições como o Centro de Ciências e Tecnologias Cerâmicas (Cestec).
Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado
Fonte: Câmara dos Deputados
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