TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Comarca de Comodoro está com problema no telefone fixo

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Por problemas na rede de telefonia, o Fórum da Comarca de Comodoro (638 km de Cuiabá) está sem contato por telefone fixo, nesta quarta-feira (07 de fevereiro). A Comarca disponibiliza o telefone do plantão para todos os atendimentos. As atividades judiciais continuam em andamento normalmente.
 
De acordo com a administração do Fórum, as providências necessárias já foram tomadas junto à empresa responsável pela manutenção, e a comarca aguarda a resolução do problema.
 
Como solução temporária a unidade judiciária disponibiliza os seguintes canais de comunicação:
 
TELEFONE DO PLANTÃO: (65) 9 9226-2961
DIRETORIA
 
PRIMEIRA VARA
Secretaria: [email protected]
Balcão Virtual: https://tjmt-teams-apps-balcao-virtual.azurefd.net/meeting-queue/Comodoro-1Vara?data=eyJxdWV1ZUlkIjoiMDYzODQyOTI3MDYwOTM2NDc1OSIsImFzc3VudG8iOiIiLCJhbmNvcmEiOiJDb21vZG9yby0xVmFyYSJ9
 
SEGUNDA VARA
Secretaria: [email protected]
Balcão Virtual: https://tjmt-teams-apps-balcao-virtual.azurefd.net/meeting-queue/Comodoro-2Vara?data=eyJxdWV1ZUlkIjoiMDYzODQyOTI3MTAwNTQ3MjMxNyIsImFzc3VudG8iOiIiLCJhbmNvcmEiOiJDb21vZG9yby0yVmFyYSJ9
 
JUIZADO ESPECIAL
Secretaria: [email protected]
Balcão Virtual: https://tjmt-teams-apps-balcao-virtual.azurefd.net/meeting-queue/Comodoro-JuizadoEspecialCiveleCriminal?data=eyJxdWV1ZUlkIjoiMDYzODQyOTI3MTU4NjEwMDk4NyIsImFzc3VudG8iOiIiLCJhbmNvcmEiOiJDb21vZG9yby1KdWl6YWRvRXNwZWNpYWxDaXZlbGVDcmltaW5hbCJ9
 
CEJUSC – Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania
Secretaria: [email protected]
Balcão Virtual: https://tjmt-teams-apps-balcao-virtual.azurefd.net/meeting-queue/BV-CEJUSC-Comodoro?data=eyJxdWV1ZUlkIjoiMDYzODQyOTI3MTk5NDYzMjA5OCIsImFzc3VudG8iOiIiLCJhbmNvcmEiOiJCVi1DRUpVU0MtQ29tb2Rvcm8ifQ==
 
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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