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Secel realiza pesquisa online para conhecer empreendedores criativos negros de MT

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Empreendedores negros de Mato Grosso têm até o dia 15 de agosto para preencher a pesquisa online da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) que busca identificar pessoas e negócios criativos no Estado. A proposta é que, após esta etapa, a Pasta tenha informações para subsidiar ações e projetos de desenvolvimento e fortalecimento do afroempreendedorismo em Mato Grosso.

“Esta é uma pesquisa inédita, que tem o objetivo de mapear os talentosos empreendedores criativos negros de nossa região. Queremos conhecer suas histórias e demandas. Somente com a participação de todos poderemos entender melhor o cenário atual para depois planejarmos as políticas públicas de forma mais assertiva”, explica a superintendente de Desenvolvimento da Economia Criativa da Secel, Keiko Okamura.

O diagnóstico é uma das ações do programa Báyò, aprovado em edital do Governo Federal, e desenvolvido pela Secel. Além da pesquisa online, uma equipe da Pasta já percorreu presencialmente 10 municípios mato-grossenses para conhecer o público.

Dentre os assuntos do questionário, são solicitadas informações sobre acesso a programas de fomento ao empreendedorismo. Ainda, de outros serviços e políticas públicas, como saúde, educação e saneamento básico.

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O programa Báyò prevê ainda a realização de formação teórica e prática em temas como gestão de negócios, empreendedorismo, economia criativa e inovação. Ao fim das atividades, será realizado um grande festival, com exposição artística e feira de afroempreendedorismo.

O levantamento é executado pelo Centro Educacional Ataíse Rigo, com a participação de professores e bolsistas da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso (IFMT).

A pesquisa pode ser acessada AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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