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Núcleo oferece serviço de apoio e prevenção à violência doméstica no TJ

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A Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça (Cemulher-MT) tem atuado na prevenção e no enfrentamento da violência doméstica. Uma das ações para garantir a segurança e o bem-estar de magistradas, servidoras, colaboradoras e estagiárias, é o serviço ofertado pelo “Núcleo de Atendimento”. O espaço proporciona um ambiente de acolhimento humanizado e oferece suporte psicológico, psiquiátrico, jurídico e medidas institucionais de segurança.
 
Uma das características do Núcleo de Atendimento é a disponibilidade para atendimentos presenciais e por videoconferência, com acolhimento humanizado e suporte completo. Essa flexibilidade permite que as pessoas beneficiadas acessem o suporte necessário, independente de onde estejam localizadas ou tenham outras limitações.
 
O serviço está disponível de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 12h.
 
Todos os atendimentos são sigilosos.
 
Acesse o QR Code na imagem e adicione aos seus contatos no celular, ligue, envie mensagem ou e-mail.
 
Serviço – Núcleo de Atendimento à Magistradas e Servidoras Vítimas de Violência Doméstica
Telefone: (65) 3617-3038
WhatsApp: (65) 99267-6382
Endereço: Centro Político Administrativo – TJMT – Rua C, S/N Cuiabá-MT (próximo à recepção dos gabinetes dos Desembargadores).
 
 
Dani Cunha
Núcleo de Comunicação Interna
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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