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Justiça a um clique: aplicativo TodoJud do Tribunal de Justiça vai facilitar acesso a serviços

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso lança o aplicativo mobile TodoJud (clique aqui e conheça o aplicativo – https://todojud.tjmt.jus.br/index ). Desenvolvida pelo Departamento de Sistemas e Aplicações da Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI), a ferramenta visa ampliar e tornar ainda mais prático o acesso aos serviços da Justiça. O resultado só pode ser: atendimento ágil, praticidade na entrega e transparência nos resultados. Esses são apenas alguns dos benefícios da nova ferramenta, que começará a substituir o ClickJud a partir de janeiro para o público interno.
 
Com lançamento oficial previsto para janeiro de 2024, o aplicativo já está disponível para ser baixado e vai oferecer uma carteira de serviços e utilidades voltadas para o atendimento inicialmente de magistrados, magistradas, servidores e servidoras do Poder Judiciário.
 
O aplicativo pode ser baixado gratuitamente nas lojas virtuais do Google Play para o sistema operacional Android e da Apple para o sistema IOS. Para realizar a pesquisa, o servidor deve buscar pelo termo “TODOJUD” ou “TODOJUD TJMT”, na sequência a pesquisa retorna com a imagem do aplicativo:
 
 
O coordenador de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça, Thomás Augusto Caetano, explica que a inovação trará muito mais agilidade e comodidade a magistrados e servidores que poderão utilizar de grande parte dos serviços, hoje acessados apenas do computador funcional ou de forma mais reduzida pelo ClickJud, e que a partir do novo aplicativo estarão disponíveis na palma da mão.
 
“Estamos bastante satisfeitos e otimistas em iniciar 2024 como o TodoJud. Aperfeiçoamos muito a carta de serviços e funcionalidades oferecidas hoje no ClickJud. É importante frisar que nessa primeira etapa, o sistema estará voltado aos serviços e atendimentos internos prestados a magistrados e servidores do Poder Judiciário, mas já temos planos bastante audaciosos para a próxima etapa do aplicativo, que será estendida para toda a população e aos operadores do sistema de Justiça”, esclareceu Thomás.

O coordenador ainda acrescentou que o aplicativo já cumpriu uma fase importante de testes tendo sido inclusive utilizado pela própria presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva, no desempenho de suas atividades diárias, como leitura e assinatura de documentos administrativos.
 
“Como todos sabemos, a presidente é bastante exigente e esse é o papel dela, buscar e criar condições para que o Poder Judiciário atue da forma mais eficiente, clara e ágil possível. Daí, temos um parâmetro bastante alto quando temos um aplicativo novo, experimentado e aprovado pela presidente do Judiciário”.
 
Mais rápido, seguro e preciso, o aplicativo oferece inúmeras comodidades ao usuário, que passará a contar com diversas notificações e alertas para sua rotina de trabalho, podendo também personalizar seu funcionamento de acordo com as suas necessidades.
 
Diferenciais – Com acesso ao sistema de navegação por satélite, GPS (Sistema de Posicionamento Global), o servidor terá acesso ao sistema de ponto, podendo registrar sua presença em qualquer ambiente localizado nas dependências do Poder Judiciário, inclusive durante viagens à trabalho. Com a posição geográfica do servidor registrada, ele poderá, a partir do próprio aplicativo, realizar a prestação de contas e emitir o relatório de viagem, com a inclusão das informações em tempo real.
 
Recursos como acesso ao holerite; leitura e assinatura de documentos emitidos pelo CIA (Controle de Informações Administrativas); crachá funcional virtual; troca de senhas funcionais; acesso aos serviços da Ouvidoria; notificações sobre o período de férias, e outras novidades fazem parte do pacote de funcionalidades. É importante dizer que todos os serviços e ferramentas hoje disponíveis no ClickJud serão migrados e farão parte da nova carteira de serviços ofertados pelo TodoJud, que será ampliada.
 
Para o atendimento ao público externo, o Tribunal de Justiça está preparando um pacote robusto de funcionalidades que devem facilitar o acesso à informação e o trânsito virtual entre os serviços do Judiciário. Além da consulta processual, já disponível, feita com informações como número do processo, inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) ou ainda pelo CPF e CNPJ, outros serviços estarão disponíveis a partir do próximo ano.
 
Entre as novidades, a proposta é que o servidor e o cidadão recebam alertas em tempo real, quando seu nome, CPF ou matrícula funcional tenha sido mencionado em algum dos veículos oficiais de comunicação, como o DJE (Diário de Justiça Eletrônico) ou o DJEN (Diário de Justiça Eletrônico Nacional).
 
Facilidades também estarão à disposição dos advogados, como a possibilidade de receber alertas sobre a movimentação de processos, consulta processual, sessões de julgamento, intimações e citações. Será possível também visualizar publicações, realizar petições e ser informado quando houver publicações, intimações e audiências.
 
Essas são apenas algumas das funcionalidades que estarão disponíveis para o acesso rápido e eficiente do cidadão aos serviços do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
Acesse agora mesmo do seu celular a loja de aplicativos e instale o TodoJud em primeira mão!
 
Naiara Martins
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Plano deve pagar congelamento de óvulos para evitar infertilidade

A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Plano de saúde deverá custear congelamento de óvulos para evitar infertilidade causada por tratamento médico, mas não pagará despesas futuras.

  • A decisão diferenciou prevenção de infertilidade de reprodução assistida.

Uma operadora de plano de saúde deverá custear parte do procedimento de congelamento de óvulos de uma paciente diagnosticada com endometriose profunda, diante do risco de infertilidade decorrente de tratamento cirúrgico. A decisão, porém, limitou a cobertura apenas às etapas iniciais do procedimento, excluindo despesas futuras.

O caso foi analisado pela Quarta Câmara de Direito Privado, sob relatoria do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho. A paciente relatou que precisava passar por cirurgia para tratar a doença e que, por orientação médica, deveria realizar a criopreservação de óvulos como forma de preservar a fertilidade.

A operadora negou o custeio sob o argumento de que o procedimento estaria relacionado à reprodução assistida, o que não é de cobertura obrigatória. No entanto, ao julgar o recurso, o relator destacou que a situação não se confunde com fertilização in vitro, mas sim com uma medida preventiva para evitar um dano decorrente do próprio tratamento de saúde.

Segundo o entendimento adotado, quando o plano cobre a doença, também deve arcar com medidas necessárias para evitar efeitos colaterais previsíveis, como a infertilidade. O magistrado ressaltou que a criopreservação, nesse contexto, tem caráter preventivo e está ligada diretamente ao tratamento médico indicado.

Por outro lado, a decisão estabeleceu limites para essa obrigação. Ficou definido que a operadora deve custear apenas as fases iniciais do procedimento, como a estimulação ovariana, a coleta e o congelamento dos óvulos.

Já os custos posteriores, como taxas de armazenamento do material genético e eventual utilização futura em fertilização assistida, não deverão ser arcados pelo plano, por se tratarem de medidas relacionadas ao planejamento familiar.

Processo nº 1004443-86.2026.8.11.0000

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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