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Presidente Clarice Claudino recebe visita da OAB-MT e Procuradoria de Justiça

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A presidente do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva foi convidada pela presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional de Mato Grosso (OAB-MT), Gisela Cardoso, a participar das comemorações alusivas aos 90 Anos da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional de Mato Grosso, que será comemorado no próximo dia 23 de junho.
 
A desembargadora Clarice Claudino agradeceu a deferência pelo convite, e parabenizou a Advocacia Mato-grossense pelas nove décadas dedicadas à defesa dos interesses do cidadão e a manutenção de um Estado justo, humano e de equilíbrio. A desembargadora também fez referência à agenda comemorativa em alusão aos 150 Anos do Poder Judiciário de Mato Grosso, que será celebrado no próximo ano.
 
“Certamente que o Poder Judiciário de Mato Grosso se enche de júbilo com a comemoração dos 90 Anos da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso. É uma data cheia de simbolismo, marcada pela defesa dos direitos humanos, da igualdade e da construção participativa de resultados com todos os entes formadores do sistema de justiça. Esse perfil construtivo, pautado no diálogo e na decisão conjunta, são atributos da presidente Gisela, que tem conduzido os trabalhos da Ordem com forma muita íntegra.
 
A presidente da OAB-MT, Gisela Cardoso oficializou o convite à presidente do Judiciário, e destacou o perfil da desembargadora Clarice Claudino sempre acolhedor e aberto ao diálogo com a classe.
 
“Estamos comemorando uma data muitíssimo importante para a Ordem dos Advogados em Mato Grosso, e termos a presença da desembargadora Clarice Claudino, nossa grande parceira, sem dúvida será motivo de muita alegria para todos nós. No momento em que a OAB-MT comemora 90 Anos de existência, a presença do Poder Judiciário com quem temos um diálogo sempre muito próximo, isso nos fortalece e fortalece o sistema de justiça como um todo. E esse dialogo, essa abertura que a desembargadora nos proporciona, nos dá a oportunidade de direcionar o nosso trabalho, de forma segura, adequada e alinhada àquilo que a população aguarda de nós, o que inclusive é objetivo comum de todos nós, formadores desse grande sistema de garantia de direitos”.
 
A visita institucional foi acompanhada do procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Deosdete Cruz Júnior, com a presença também do vice-presidente da OAB-MT, José Carlos Guimarães Júnior, do secretário-geral Fernando Figueiredo e do diretor-tesoureiro, Helmut Daltro.  
 
#ParaTodosVerem: Essa matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. Primeira imagem: Ao centro, a desembargadora Clarice Claudino da Silva, ela veste blazer alaranjado com calça social preta. À sua esquerda, a presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso, Gisela Cardoso. À direita da desembargadora está o procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Deosdete Cruz Júnior.
 
 
Naiara Martins / Foto: Ednilson Aguiar
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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