POLICIAL
Cia Palácio celebra Dia Internacional do Museu com cerimônia no Memorial da Segurança Pública
Inaugurado em 5 de setembro de 2004, o museu, que conta com objetos históricos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, está instalado na sede da Cia Palácio, na Praça das Bandeiras, na Avenida do CPA, em Cuiabá. Das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, os visitantes podem conhecer um pouco da história a partir das primeiras armas, fardas, documentos, viaturas e conferir, ainda, diversas fotografias das primeiras formações e graduações das instituições militares.![]()
De acordo com a coordenadora do museu, major Marilce Nunes da Silva, o objetivo do evento foi incentivar a população ao hábito de visitar museus, sejam de arte, arqueologia, zootecnia ou história. Ela ressaltou que, em todo o Brasil, são mais de 3,7 mil museus.
“Neste dia significativo, estamos aqui para honrar a importância do Memorial da Segurança Pública como guardiã da nossa história, que permeia todos os acontecimentos sociais do nosso Estado, sejam de conflitos ou de relevante brilhantismo. O museu tem um papel fundamental na preservação do nosso patrimônio cultural para uma sociedade”, destacou.
A major ainda ressaltou que os museus têm um importante papel de acesso à arte, à ciência e à história e que inspira a compreender e valorizar o passado, dando maior importância ao presente e preservando conhecimento a próxima geração. “Precisamos mantar a história da Polícia Militar viva, latente, como um lugar sagrado, pois representa o berço da nossa história em Mato Grosso”, afirmou.
Durante a cerimônia, o coronel PM RR Medeiros fez a doação de uma cortena com mais de 100 anos de história para fazer parte do acervo militar. “Essa entrega é que mantém viva a chama da importância do nosso museu. Que muitos outros militares possam contribuir ainda mais com a nossa história”.![]()
O comandante da 4ª Cia Palácio, tenente-coronel Marion Silva Metello, também frisou a importância do Memorial da Segurança Pública. “Queremos honrar essa tradição e reafirmar o nosso compromisso com a preservação de nosso acervo, de nossa história, da nossa identidade militar e patrimônio cultural”, enfatizou.
Fonte: PM MT – MT
POLICIAL
Vídeo mostra prisão de Angeliquinha sob forte escolta policial na Bolívia
Foragida de Mato Grosso foi localizada em Santa Cruz de la Sierra após mais de um ano e apresentada às autoridades bolivianas
Um vídeo divulgado após a prisão de Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”, mostra o momento em que ela é conduzida sob forte escolta policial em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. As imagens registram agentes armados durante a operação e a apresentação da mulher diante de autoridades locais.
No início da gravação, policiais aparecem em frente a um imóvel durante a movimentação que antecedeu a condução da foragida. Em seguida, Angeliquinha é vista com as mãos contidas e cercada por agentes enquanto é retirada do local. Ela também aparece diante de autoridades bolivianas, acompanhada por policiais da Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN).
A prisão ocorreu na terça-feira (22), em Santa Cruz de la Sierra, após uma ação conjunta entre investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso e autoridades bolivianas. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Angeliquinha foi localizada em via pública, e não dentro da residência onde estava vivendo.
Durante a abordagem, segundo a Polícia Civil, ela apresentou um documento brasileiro falso com identidade diferente. A identificação facial e informações repassadas previamente às autoridades permitiram confirmar a identidade da mulher.
Angeliquinha estava foragida desde 17 de agosto de 2025, quando escapou da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. Após a captura, a Polícia Civil abriu uma nova frente de investigação para apurar a atuação dela durante o período em que permaneceu na Bolívia.
De acordo com o delegado, Santa Cruz de la Sierra é considerada uma região estratégica para organizações criminosas brasileiras. A investigação deverá analisar dados telemáticos para verificar quais atividades Angeliquinha teria desempenhado durante o período em que esteve escondida no país.
A Polícia Civil afirma ainda que ela teria mantido contato com integrantes de uma facção criminosa e continuado exercendo influência sobre atividades do grupo mesmo enquanto estava foragida. Essas informações fazem parte da investigação conduzida pelas autoridades.
Segundo a Polícia Civil, Angeliquinha possui condenações que, somadas, ultrapassam 260 anos de prisão e tinha seis mandados de prisão em aberto. Entre as condenações está uma pena de 99 anos e 11 meses relacionada a homicídios, ocultação de cadáver e organização criminosa.
Após a prisão, ela permanece submetida aos procedimentos legais das autoridades bolivianas antes de ser encaminhada ao Brasil para o cumprimento das determinações judiciais.
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