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Nosso Judiciário leva conhecimento sobre Justiça à escola de Várzea Grande

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Nesta terça-feira (4 de abril), cerca de 250 alunos do 2º e 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Jaime Veríssimo de Campos Junior – Jaiminho, do bairro Jardim Tarumã, em Várzea Grande, tiveram a oportunidade de participar do projeto “Nosso Judiciário”. A iniciativa busca aproximar o Tribunal de Justiça da sociedade e há 10 anos leva informações sobre o funcionamento e atuação do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
O projeto consiste na distribuição da cartilha informativa “Como funcionam os Juizados Especiais”, elaborada por Neif Feguri e pelo técnico judiciário Antônio Cegati e uma palestra, ministrada por Feguri. Os alunos aprenderam sobre Justiça Restaurativa, práticas de conciliação, marco civil da Internet, crimes cibernéticos (cyberbullying), Direitos do Consumidor, estrutura do Judiciário, Juizados Especiais e justiça gratuita.
 
O “Nosso Judiciário” tem dado bons resultados ao longo dos anos e o projeto tem sido muito bem recebido pelas escolas e pelos estudantes. A Escola Jaiminho foi a 117 unidade de ensino visitada, somando 28.070 alunos atendidos pelo projeto.
Atualmente a escola atende 1200 alunos do 6º ano do Ensino Fundamental até o 3º ano do Ensino Médio.
 
Para o secretário da Escola, José Wilson Tavares, a palestra trata de assuntos pertinentes para toda sociedade várzea-grandense e foi muito enriquecedora para os estudantes, que estão na fase final da adolescência, prestes a chegar à fase adulta.
Segundo ele, o projeto contribuiu para o conhecimento deles sobre o funcionamento da Justiça e a legislação vigente, como os crimes que correm na internet. “É importante que eles tenham acesso a esse tipo de informação para que possam entender melhor como funciona a Justiça e como ela pode ajudar a resolver conflitos”, disse.
 
A aluna Beatriz de Almeida, 17 anos, do 3º Ano, acredita que as informações ajudam aqueles colegas quem sonham em seguir na área do Direito e tem dúvidas. Ela aprovou a cartilha, que pode ser levada para casa. “A gente acompanha muito pela TV sobre esses assuntos, agora se fala muito em Fake News, na novela e nos jornais. Com a cartilha podemos até mostrar para os nossos pais e explicar um pouco sobre direitos e deveres.”
 
Para a estudante Brenda de Lara, 17 anos, também do Terceirão, a visita do Tribunal na escola dela foi positiva. “Muitas pessoas não têm tanto acesso à legislação e essas informações que o projeto trouxe para a escola são muito importantes. Com a cartilha posso levar mais informações para minha casa, para meus amigos, para pessoas que estão fora daqui
 
O Judiciário possui parceria com a Secretaria de Educação do Estado (Seduc), que indica quais unidades devem receber a palestra. Entretanto, representantes de estabelecimentos de ensino, público ou privado, podem solicitar a palestra.
 
Para isso é preciso entrar em contato pelos números (65) 3617-3032/3516.
 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagens: Imagem 1 – Print de tela. Mostra os alunos folheando a cartilha e prestando atenção na palestra do técnico jurídico. Imagem 2 – Print de tela – secretário da Escola, José Wilson Tavares falando sobre a importância da parceria com o Judiciário. Imagem 3 – Print de tela – Estudante Brenda de Lara concede entrevista.
 
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Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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