TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Investimento em infraestrutura de TI melhora prestação de serviços em comarcas do interior

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Com investimentos para a melhoria contínua para utilização de sistemas e melhor desempenho da prestação de serviço em todas as comarcas do Estado, o Poder Judiciário de Mato Grosso avançou na infraestrutura de Tecnologia da Informação. Melhoria da velocidade de internet e novos equipamentos para comarcas do interior foram ações que impactaram positivamente no trabalho de magistrados(as) e servidores(as).
 
São entregas importantes realizadas pela Coordenadoria de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça nestes últimos dois anos em sintonia com os esforços constantes da Administração para tornar os serviços mais céleres e eficientes.
 
Melhoria na velocidade da internet no interior – Foram feitos investimentos em links que aumentam a capacidade de navegação na internet. Esse é um grande avanço já que em comarcas mais distantes a conexão de internet oscila muito em razão da infraestrutura limitada oferecida pelas concessionárias.
 
A ampliação da velocidade da internet, que melhora o uso dos sistemas, passou de 8 Megabites para 34 Megabites nas comarcas de Juara, São Felix do Araguaia, Marcelândia ,Tapurah, Campinápolis, Apiacás, Nova Ubiratan, Novo São Joaquim, Porto Alegre do Norte, Guiratinga, Feliz Natal e Poconé.
 
Houve aumento de 34 Megabites para 50 Megabites nas comarcas de Alta Floresta, Alto Araguaia, Barra do Garça, Juina, Primavera do Leste, São Jose do Rio Claro e Tangará da Serra.
 
Em mais de 50 comarcas e unidades judiciárias houve a ativação do Link P2P (que permite compartilhamentos de serviços e dados sem a necessidade de um servidor central).
 
Novos equipamentos para comarcas do interior – Investimentos também foram feitos para melhorar a estrutura tecnológica nos postos de trabalho no interior. Mais de 4 mil equipamentos de informática foram destinados às comarcas, como computadores (3.467), notebooks (89), impressoras (130), nobreak (101)s, gravadores de CD (300), entre outros reforçam a rotina de trabalho.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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