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Policiais militares prendem quadrilha e apreendem 4 mil quilos de ração

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Policiais militares da 25º Companhia Independente prenderam quatro pessoas por furto, receptação e formação de quadrilha em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. 
 
Durante ação, foram apreendidos quatro mil quilos de ração para cachorro de diversos quilos em um estabelecimento comercial da cidade e R$ 3,4 mil em espécie. 
 
Segundo informações do boletim de ocorrência, no último sábado (09.07), o gerente de uma fábrica de ração foi informado por um cliente de que um funcionário estaria furtando mercadorias do local e vendendo por um preço abaixo do mercado para outros clientes.
 
O gerente já havia percebido há alguns dias o desfalque de mercadorias no estoque. Ele flagrou o suspeito carregando alguns pacotes de ração no porta-malas do próprio.
 
Imediatamente, os policiais se deslocaram até o endereço informado e rendeu o suspeito. Durante revista veícular, foram encontrados sete pacotes de ração. 
 
Questionado sobre a mercadoria, ele relatou fazer parte de um esquema e que sua função seria oferecer os produtos às empresas do setor, fazia entregas e dividia o dinheiro entre outros envolvidos. 
 
Os policiais então solicitaram apoio na localização dos suspeitos e nos respectivos estabelecimentos informados pelo suspeito. Em um dos locais, os policias apreenderam uma carga de 127 pacotes de diversos quilos. 
 
Os suspeitos e as cargas foram encaminhadas à Central de Flagrantes para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer. 
 
 
Disque-denúncia  
 
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939. 

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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