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Polícia Militar detém faccionados por homicídio de rival em Barra do Bugres

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Policiais militares da Força Tática do 7º Comando Regional prenderam na noite desta terça-feira (13.5), dois homens, de 20 e 21 anos, e apreenderam uma adolescente, de 17 anos, suspeitos pelo homicídio de Kauan Vitor Oliveira dos Santos, de 16 anos, em Barra do Bugres (177 km de Cuiabá). Todos os envolvidos são integrantes de uma facção criminosa que planejavam executar faccionados rivais.

O crime ocorreu na última segunda-feira (12.5). Os policiais militares foram acionados, após um homicídio em uma oficina de bicicletas, na Rua Xavante. O proprietário do local relatou que dois homens chegaram em uma motocicleta, o suspeito que estava na garupa do veículo desceu e efetuou disparos de arma de fogo contra Kauan. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou a morte da vítima.

Após o crime, a dupla fugiu do local. Ainda durante os trabalhos para identificação e localização dos suspeitos, na noite desta terça, os policiais militares receberam informações de que integrantes de uma facção criminosa estavam escondidos em uma residência na Avenida dos Bandeirantes.

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Conforme a denúncia, eles planejavam executar faccionados rivais. Assim que as equipes chegaram no local informado, foram recebidos a tiros. Na ação, os policiais revidaram à injusta agressão. Ninguém ficou ferido.

Em seguida, as equipes flagraram um dos suspeitos tentando fugir pulando o muro do fundo da casa, sendo detido posteriormente. Já na casa, os militares realizaram abordagem de um casal. Todos confessaram participação na morte de Kauan.

Com o trio, foram apreendidos um revólver calibre 38, munições, 42 porções de maconha, meio tablete do mesmo entorpecente, uma motocicleta utilizada no crime e outros materiais para embalagem e comercialização de drogas. Os detidos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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