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PRF apreende dois veículos com adulteração em elementos identificadores

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A Polícia Rodoviária Federal em ação conjunta com a Polícia Militar de Mato Grosso recuperou um veículo com ocorrência de furto.

A situação aconteceu na tarde de ontem (22.03), no município de Barra do Garças/MT, quando a PM/MT acionou a PRF para dar apoio a identificação veicular de uma caminhonete branca com suspeita de adulteração.

Ao ser realizada a verificação do veículo, constatou-se que existiam marcas de lixamento na numeração do chassi, o que caracteriza sinais de adulteração de elemento identificador do veículo.

Diante disso, foram realizadas consultas nos sistemas policiais que retornaram um registro de boletim de ocorrência de furto/roubo em junho de 2018. Diante dos fatos, o veículo foi encaminhado à Polícia Civil para os devidos procedimentos.

A outra situação aconteceu hoje (23.03), por volta das onze horas da manhã, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal realizava um comando de fiscalização em Cuiabá/MT na BR 364, quando abordou uma motocicleta que circulava pela região.

Durante a abordagem policial, foi feita uma verificação do veículo e da documentação, quando notou-se que a placa estava com lacre rompido. Indagado sobre a situação, o condutor informou que a placa aparente não era a do veículo fiscalizado.

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Em vista disso, foram realizadas consultas nos sistemas policiais, verificando-se que a placa aparente remetia a uma outra motocicleta de outro modelo, marca e cor diferentes.

Diante das informações obtidas foi constatada, a princípio, ocorrência de adulteração de sinal identificador de veículo automotor. O condutor da motocicleta foi detido e encaminhado à Central de Flagrantes de Cuiabá-MT.

Fonte: PRF MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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