TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Verbas pecuniárias destinadas pelo Judiciário de Mato Grosso vão auxiliar projetos sociais
Entidades e instituições sociais receberam um reforço do Poder Judiciário de Mato Grosso que vai ajudar a manter e desenvolver projetos com a destinação de R$ 653.707,59 provenientes de prestações pecuniárias do Juizado Especial Criminal de Cuiabá (Jecrim).
Uma das instituições beneficiadas foi a “Obras Sociais Rafael Verlangieri”, cujo valor será para infraestrutura física do local. No local são realizadas ações de inclusão de crianças e adolescentes com cultura, esporte e educação. Atualmente são 80 jovens atendidos(as).
A juíza substituta do Jecrim em exercício, Maria Rosi de Meira Borba ressaltou que este é um respaldo de grande valia e que ajudará projetos.
“Precisamos expandir e levar essa experiência pra outros juizados no nosso Estado. Sempre pudemos contar com Tribunal de Justiça para ter essa estrutura. O Juizado, que é criminal pelo nome, mas é o que mais atinge a sociedade. Ali chegam problemas sociais e nos leva a trabalhar medição de forma incrível onde se buscava realmente resolver conflito e trazer a paz social. Esse valor pecuniário transforma vidas e ajuda as entidades a progredirem muito”, afirmou o desembargador.
As penas pecuniárias são aquelas penas alternativas em que os réus são condenados a pagar uma quantia em dinheiro em substituição à pena privativa de liberdade. A transação penal cabe àquelas pessoas que cometem crimes de menor potencial ofensivo e desde que o réu seja primário e com bons antecedentes. Ele paga o valor da transação penal e esse valor é destinado para essas entidades. Foi o que explicou o promotor Mauro Poderoso de Souza.Fonte: Tribunal de Justiça de MT
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres
O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.
“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.
Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).
“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.
Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.
Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.
Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.
Leia mais:
Construção coletiva fortalece diálogo entre Judiciário e imprensa na proteção às mulheres
Judiciário recebe homenagem por atuação no enfrentamento à violência contra a mulher
Rede de proteção avança em MT e chega ao mais novo município do Brasil
Programa do TJMT para autores de agressão integra debate sobre misoginia e ganha projeção nacional
Autor: Lídice Lannes
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
-
ARTIGOS7 dias atrásO Poder da Pós-Graduação :Diferencial Real ou Apenas Especulação?
-
POLÍTICA MT7 dias atrásALMT realiza audiências sobre mobilidade, Politec e combustíveis, além de reuniões e sessões
-
VÁRZEA GRANDE MT7 dias atrásPrefeitura de Várzea Grande remove bolsões de lixo e leva serviços a diversos bairros
-
POLÍTICA MT7 dias atrásLúdio realiza audiência para discutir transporte público da região metropolitana de Cuiabá
-
CUIABÁ6 dias atrásCuiabá celebra 307 anos com público recorde e valorização cultural
-
Sinop7 dias atrásPrefeitura de Sinop apoia “Rede do Bem” para incentivar destinação do Imposto de Renda a fundos sociais
-
SAÚDE7 dias atrásMinistério da Saúde reforça articulação com estados e municípios para avançar na transição de insulinas no SUS
-
MATO GROSSO4 dias atrásDa montagem das chapas ao embate eleitoral: o que já está em jogo nestas eleições de 2026
