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Rondonópolis: Passeio ciclístico chama atenção para um trânsito mais seguro

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Com intuito de sensibilizar a sociedade sobre um trânsito mais seguro o 2º Juizado Especial Cível e Criminal de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) em parceria com o SEST SENAT, Rotary Club, CDL, Prefeitura Municipal e a Ciclo Sport realizaram o passeio ciclístico “Juntos Salvamos Vidas”. Mais de 1000 pessoas entre crianças, adolescentes e adultos pedalaram 8 quilômetros pelas ruas da cidade.
 
Segundo a juíza do 2º Juizado Especial Cível e Criminal, Tatyana Lopes de Araújo Borges, o passeio foi realizado no último sábado (6), mas a ideia surgiu há um ano. O objetivo é criar nos demais atores sociais empatia para com os ciclistas, que estão mais expostos a acidentes, promovendo assim a conscientização da população de que todos são responsáveis pela paz no trânsito.
 
“É muito comum aportar no juizado acidentes de menor potencial ocorridos no trânsito. O passeio ajudou o trabalho de conscientização social. Encontramos casos de pessoas que dirigem sem habilitação ou de forma imprudente, então durante o evento aproveitamos a oportunidade para falar sobre um trânsito mais seguro”, contou.
 
A magistrada também destacou que outro objetivo do evento foi incentivar a prática do esporte. “Tivemos uma grande adesão da população, principalmente de famílias, já que crianças acima de 7 anos puderam pedalar o evento. Conseguimos doações e patrocínios e sorteamos 20 bicicletas para os presente, além de entregarmos 500 camisetas para os primeiros participantes inscritos. Fizemos um trabalho de divulgação nas escolas e aproveitamos para levar informações sobre um trânsito mais seguro”, informou. “Foi um evento muito gostoso, que tem tudo para acontecer no próximo ano”, antecipou.
 
#ParaTodosVerem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Imagem colorida. Participantes na linha de largada para o passeio ciclístico.
 
Larissa Klein 
Assessoria de Imprensa CGJ-MT 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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