TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Programa Verde Novo realiza plantio de mudas de árvores em parceria com empresa Pactus Transportes
Cem mudas de árvores foram plantadas no Parque da Família, em Cuiabá, e outras cem mudas foram distribuídas pelo Programa Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, em parceria com a empresa Pactus Transportes, na manhã do último sábado (19 de outubro), durante a ação alusiva ao “Dia da Natureza” e ao mês das crianças, onde funcionários da empresa, seus familiares e população em geral puderam se beneficiar da iniciativa sustentável, que contou ainda com brincadeiras, exercícios físicos e um café da manhã saudável. É o segundo ano consecutivo de parceria entre Judiciário e a empresa do ramo de transportes.
A coordenadora de Recursos Humanos da Pactus Transportes, Talissa Rodrigues, informa que uma das preocupações da empresa é engajar os filhos dos funcionários para que cresçam com a consciência ambiental. “Estamos muito felizes em estar aqui novamente promovendo essa ação tão importante, em conjunto não só com os nossos colaboradores, mas com os familiares. Então, a gente vem incentivando desde a infância a importância de cuidar do meio ambiente, em promover essa ação com a saúde, com o nosso lar e principalmente com a nossa cidade, que é tão quente. A gente vem sofrendo há alguns meses com esse calor e precisamos, sim, ter esse compromisso com a arborização da cidade. É um compromisso nosso com a sustentabilidade. É um momento em família e vamos enraizar neles a importância de terem compromisso desde a infância com a sustentabilidade”.
Voluntário do Programa Verde Novo há 3 anos, o aposentado Edilson Rosa, opina que cada ação, por mais local que seja, tem impactos em todo o planeta. “Cuiabá necessita de áreas verdes. Eu cresci tendo na cabeça que Cuiabá era a Cidade Verde, então a gente percebe que os prédios, as obras estão acabando com nossos espaços verdes. Devido a essa preocupação minha com a natureza, com a preservação do verde na nossa cidade, eu resolvi participar desse programa. Sempre penso na seguinte frase: ‘agir localmente, pensar globalmente’. Eu acho que o pouco que a gente faz na nossa cidade já está beneficiando a natureza de modo geral, tanto para flora quanto para fauna, e o homem incluído nesse processo”.
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá
Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos
O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).
O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.
Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.
A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.
Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.
Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.
Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.
Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.
A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.
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