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InovaJus: campanha convida público interno a pensar novas soluções para o Judiciário

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Vamos juntos pensar em novas soluções para o Judiciário, a próxima inovação da Justiça pode vir de você. Este é o mote da campanha interna de cultura da inovação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que convida magistrados, magistradas, servidores, servidoras, colaboradores, colaboradoras, estagiários e estagiarias que atuam no Tribunal e nas comarcas a apresentarem ideias para melhorar rotinas de trabalho, fluxos e a entrega da prestação da justiça para a população.
 
A campanha é realizada pelo do Laboratório de Inovação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (InovaJusMT) em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do TJMT e tem como objetivo incentivar o público interno a exponhor ideias inovadoras para aperfeiçoar fluxo de trabalho dos setores do Poder Judiciário. “A Coordenadoria de Comunicação tem nos ajudado em todos os requisitos necessários para que esse convite chegue ao público interno e possamos receber o maior número de contribuição possível”, afirma a juíza coordenadora do Laboratório, Viviane Brito Rebello.
 
“O Inovajus é um espaço onde recebemos ideias, sugestões para serem testadas, e caso atenda alguma necessidade de melhoria no Poder Judiciário de Mato Grosso a proposta é transformada em projeto e implantado nas unidades”, explica.
 
Para exemplificar o que é inovação, a magistrada conta a experiência do que aconteceu no Juizado Especial Cível do Jardim Glória, em Várzea Grande, onde é titular. “Lá não havia uma rotina estabelecida, cada servidor encaminhava o processo para o gabinete como achava correto. Montamos um fluxo de trabalho especificando que após a analise dos documentos para onde cada um dos processos seria encaminhando. Só com esse novo jeito de fazer, eliminamos 90% dos erros que ocorriam. Isso é uma inovação. Fazer algo de um jeito diferente e melhor.”
 
“É importante salientar que a inovação não está, necessariamente, vinculada ao uso de tecnologia de ponta. É possível inovar com um novo olhar, um novo jeito de fazer o nosso trabalho, que pode nos levar a resultados diferentes e melhores. Neste sentido, toda contribuição é válida e, às vezes, uma ideia aparentemente simples pode ser o início de uma grande mudança”, ressaltou a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Maria Helena Póvoas.
 
 
Para mandar uma ideia ou sugestão ligada à inovação no judiciário, preenchendo o formulário disponibilizado neste link.
 
Nos links abaixo leia matérias sobre o assunto
 
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da Imagem: Colorida. Ao centro um notebook aberto na tela inicial do Portal InovaJusMT. Na parte superior o texto: Vamos transformar e inovar juntos. Acompanha o endereço eletrônico do site: inovacao.tjmt.jus.br. Assina a peça o logo do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso e o logo do InovaJus MT – Laboratório de Inovação.
 
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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