TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Após inauguração do novo Fórum, TJMT devolve prédio ao Município de Alto Garças

Publicados

em

Na manhã desta sexta-feira (12 de setembro), a Comarca de Alto Garças, a 357 km de Cuiabá, formalizou a entrega do prédio que abrigou por décadas o antigo Fórum do município. O juiz de Direito e diretor do Fórum, Luiz Antonio Muniz Rocha, reforça que a ação só foi possível graças aos investimentos que foram feitos pelo Poder Judiciário de Mato Grosso.

“A efetivação da entrega do antigo prédio da Comarca de Alto Garças, devolvendo ele ao município, só pode acontecer em razão do investimento do Tribunal Justiça deste estado, com a construção do novo fórum. Com instalações melhores, onde nós podemos receber a população e todos aqueles que necessitam de atendimento perante o Poder Judiciário”, pontuou o juiz.

A cerimônia de entrega das chaves foi conduzida pelo juiz e contou com a participação do prefeito do município, Cezalpino Mendes Júnior.

A devolução ocorre após a inauguração, em dezembro de 2024, do novo prédio do Fórum da Comarca de Alto Garças, que conta com instalações amplas, modernas e mais adequadas às necessidades de magistrados, servidores e cidadãos.

Leia Também:  Escolas judiciais: I Encontro Mato-grossense de Direito Eleitoral tem início em Cuiabá

O magistrado ressaltou que a mudança garante um ambiente mais adequado e acessível para a prestação jurisdicional, enquanto o imóvel anterior volta a servir à comunidade, sob gestão do Executivo municipal.

Autor: Vitória Maria

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Das histórias de tantas crianças e adolescentes que ajudou a reescrever, enquanto agente da Infância

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Justiça realiza roda de conversa com adolescentes em cumprimento de medida socioeducativo

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA