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Alunos do ensino fundamental de Feliz Natal visitam Fórum da Comarca

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Um grupo de cerca de 50 alunos do 4º ano da Escola Municipal Princesa Isabel, de Feliz Natal (536 km ao norte de Cuiabá), visitou o Fórum daquela Comarca, nessa quarta-feira (13 de novembro), com o objetivo de conhecer a função do Poder Judiciário. As crianças foram recepcionadas pelo juiz e diretor da Vara Única, Humberto Resende Costa.
 
No mesmo dia, as crianças visitaram também a Prefeitura e a Câmara Municipal. A ação faz parte de um projeto pedagógico da rede municipal de ensino, que visa apresentar aos estudantes a função dos três poderes da República: Executivo, Legislativo e Judiciário.
 
“Os alunos do 4º ano da Escola Municipal aqui de Feliz Natal estão aprendendo acerca da função dos três poderes e houve uma solicitação da escola para uma visita ao fórum. A experiência foi a melhor possível! Além de poder explicar um pouco sobre a função do Poder Judiciário e qual a sua importância dentro da sociedade, essas crianças irão repassar essa importante etapa em sua formação para com todos aqueles de sua convivência, o que demonstra uma aproximação do Judiciário com a sociedade em que atuamos”, comenta o juiz Humberto Resende.
 
“Eu achei bem legal! Apresentaram bem lá pra gente, a gente aprendeu muitas coisas com o juiz e eu gostei muito! Tivemos muito conhecimento”, disse uma aluna.
 
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual.  Descrição da imagem: Foto em plano aberto que mostra um grupo de quase 50 crianças uniformizadas com a camiseta da escola, suas professoras, um policial, uma servidora e o juiz posando para a foto em frente ao Fórum de Feliz Natal. O juiz está ao centro, sorrindo.
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT  
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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