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6ª Corrida do Judiciário do TJMT: veja onde estacionar e como acessar o local da prova

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Os atletas da 6ª Corrida do Judiciário TJMT encontrarão uma estrutura montada para recepcioná-los na manhã deste domingo (10 de novembro). A logística de estacionamento e desembarque de carros por aplicativo faz parte desse conjunto. O participante que for de veículo próprio terá à disposição o estacionamento do Complexo dos Juizados Especiais ‘Desembargador José Silvério Gomes’, próximo ao Fórum de Cuiabá (local de largada e chegada).
 
Por questão de segurança, o acesso ao Centro Político Administrativo fica restrito aos finais de semana.
 
Dessa forma, no dia da corrida, a orientação é que os motoristas acessem o local da prova pela Avenida Dr. Hélio Ponce de Arruda (lateral da 13ª Brigada de Infantaria Motorizada). O estacionamento do Complexo dos Juizados Especiais ‘Desembargador José Silvério Gomes’ estará a 750 metros à frente. O espaço tem capacidade para 150 veículos.
 
Já os participantes que optarem por carros de aplicativo, o desembarque deverá ser feito em frente à 13ª Brigada, na Avenida Historiador Rubens de Mendonça. O restante do trajeto será feito a pé até o ponto de largada, no Fórum de Cuiabá.
 
No dia do evento, haverá sinalização para melhor orientação dos motoristas.
 
Aproximadamente 1.200 pessoas devem participar da 6ª Corrida do Judiciário do TJMT, que terá início às 6h30, em frente ao Fórum de Cuiabá. O evento, idealizado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso e realizado pela Associação Mato-grossense de Magistrados (Amam), tem a finalidade de promover a integração e qualidade de vida de servidores, magistrados e população.
 
O evento também conta com a parceria da Federação Mato-grossense de Atletismo, Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob) e Polícia Militar (PMMT).

Priscilla Silva
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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