TECNOLOGIA
Ministro em exercício do MCTI visita a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia e ressalta a importância de popularizar a ciência
O ministro em exercício da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Luis Fernandes, visitou a 22ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), nesta quarta-feira (22), em Brasília (DF).
Em meio aos estandes recheados de conhecimento, explicações lúdicas, experimentos imersivos e atividades interativas, Luis Fernandes destacou que a SNCT é, além de uma celebração da ciência e tecnologia, uma grande oportunidade de reforçar que o Brasil incorporou novamente essas áreas ao projeto de desenvolvimento nacional.
“Depois de um longo período em que se negou a validade da ciência, a SNCT resgata o nosso posicionamento em todo o território nacional. Com uma linguagem simples, com jogos que atraem o público infantojuvenil, estamos investindo na cultura científica nacional e na valorização da ciência como uma atividade que melhora a vida do Brasil, do povo brasileiro e que atende aos interesses da humanidade”, pontuou.
Para o ministro, essa iniciativa é fundamental para conseguir consolidar uma cultura de ciência no País, buscando o combate ao preconceito e ao negacionismo, que ainda persistem na sociedade.
Experiências que envolvem a ciência e tecnologia
O principal espaço da SNCT está sendo a Feira de Ciência e Tecnologia, que reúne diversas instituições vinculadas ao MCTI e parceiros. Luis Fernandes conheceu os estandes e participou de atividades, como o quiz educativo sobre a história dos últimos 40 anos do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Inpa); o jogo sensorial da Olímpiada Nacional de Ciências (ONC), que leva a imersão do fundo do mar através de óculos 3D; a conversão de luz solar em energia; e projetos de bioplástico do Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene).
O ministro em exercício constatou que é uma experiência excelente participar das exposições. “É um marco com iniciativas muito criativas e voltadas para a divulgação e promoção do valor da ciência para nossa infância e a nossa juventude, o que vai deixar um legado duradouro para que o Brasil seja um País melhor a partir do conhecimento gerado”, ressaltou Luis Fernandes, expressando a sua satisfação com os resultados da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.
A SNCT é promovida pelo MCTI, sob a coordenação da Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (Sedes), e conta com o patrocínio de Financiadora de Estudos e Projetos (Finep); Huawei do Brasil Telecomunicações Ltda; Caixa Econômica Federal; Positivo Tecnologia S.A.; Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT); Banco do Nordeste do Brasil S.A. (BNB); Conselho Federal de Química (CFQ); Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur); Comitê Gestor da Internet no Brasil / Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (CGI.br e NIC.br) e Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil (Aiab).
TECNOLOGIA
Parceria entre MCTI e FAO impulsiona inovação para recuperar áreas degradadas na Amazônia
Garantir alimentos de qualidade, proteger o meio ambiente e gerar oportunidades para comunidades locais passam, cada vez mais, pelo avanço da ciência. Com esse foco, a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, recebeu nesta terça-feira (5), em Brasília (DF), o representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) no Brasil, Jorge Alberto Meza Robayo. O encontro tratou do fortalecimento da cooperação internacional para o desenvolvimento sustentável, com destaque para iniciativas voltadas à Amazônia.
Durante a reunião, foram discutidas ações conjuntas que integram pesquisa, inovação e políticas públicas para enfrentar desafios como a recuperação de áreas degradadas, a segurança alimentar e a mitigação dos impactos climáticos. A FAO, agência da Organização das Nações Unidas (ONU) criada em 1945, atua em mais de 130 países apoiando governos na formulação de estratégias para agricultura, nutrição e uso sustentável dos recursos naturais.
Um dos principais pontos abordados foi o Projeto de Cooperação Internacional para a restauração de zonas úmidas e outros ecossistemas estratégicos da Amazônia, conhecido como Mamirauá II. A iniciativa prevê capacitação técnica, desenvolvimento de tecnologias e apoio a comunidades tradicionais, com metas como a recuperação de 25,7 mil hectares e a redução de emissões de gases de efeito estufa.
A ministra destacou o papel da ciência como base para o desenvolvimento regional e para a construção de soluções sustentáveis. “Quando o presidente Lula assumiu seu terceiro mandato em 2023, deixou claro a prioridade que o governo brasileiro daria à região amazônica, seja para o seu desenvolvimento econômico e social, seja para a redução do desmatamento e recuperação de áreas degradadas”, afirmou.
Ela também ressaltou a estrutura criada pelo ministério para fortalecer a atuação na região. “Entendemos que a estratégia para a Amazônia deve incluir a geração de conhecimento, a criação e manutenção de infraestruturas de pesquisa e a definição de ferramentas para a difusão de tecnologias para o setor produtivo e para a sociedade”, completou.
O representante da FAO no Brasil destacou a convergência de esforços entre o organismo internacional e o governo brasileiro em torno da agenda amazônica. Segundo ele, a cooperação tem avançado com foco na ciência e na inovação como instrumentos para o desenvolvimento sustentável da região. “Temos trabalhado de forma articulada para fortalecer iniciativas voltadas à Amazônia, com ênfase na geração de conhecimento, na cooperação técnica e na construção de soluções que beneficiem as comunidades locais e contribuam para a conservação ambiental”, afirmou.
Também fazem parte das iniciativas desenvolvidas pelo MCTI o programa Mais Ciência na Amazônia e o Pró-Amazônia, vinculados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), que apoiam projetos voltados ao uso sustentável dos recursos naturais e ao fortalecimento da base científica regional.
Além disso, o ministério mantém atuação na região por meio de instituições como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, responsáveis por pesquisas e formação de profissionais.
As ações discutidas no encontro dialogam com compromissos internacionais, incluindo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ao promover a conservação da biodiversidade, o acesso à alimentação e o fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis.
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