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MBA em Gestão de Cidades aborda estratégias de financiamento e captação de recursos

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Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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A aula foi ministrada pelo professor e secretário-adjunto de Logística e Concessões de Mato Grosso, Caio Felipe Caminha de Albuquerque. Clique aqui para ampliar.

O 9º módulo do MBA em Gestão de Cidades, promovido pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) em parceria com a Fadisp, abordou o tema “Financiamento e Captação de Recursos para Cidades Inteligentes”, nesta sexta-feira (8). A aula foi realizada no auditório da Escola Superior de Contas e ministrada pelo professor e secretário-adjunto de Logística e Concessões de Mato Grosso, Caio Felipe Caminha de Albuquerque.

Advogado, consultor jurídico e procurador do Estado, Albuquerque esclareceu aos participantes as formas mais estratégicas para obter recursos para projetos em seus municípios. “Nesta aula, apresento vários estudos de caso para os gestores saberem como isso tem sido feito em outros lugares, agregando conhecimento tanto teórico quanto prático”, explicou.

No encontro, foi apresentado o conceito de “cidades inteligentes”, que se refere à forma de organização, utilizando toda a tecnologia e recursos disponíveis para criar centros urbanos sustentáveis, habitáveis e integrados, com governança participativa. 

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O objetivo, segundo o facilitador, é sempre melhorar a qualidade de vida da sociedade. “Com base nesse conceito, vários projetos voltados para diferentes setores da cidade podem ser desenvolvidos da melhor forma para captar de recursos que os viabilizem”, pontuou.

Durante a aula, os alunos puderam compreender também as opções de fontes de financiamento e estratégias de captação de recursos para os projetos de cidades inteligentes, incluindo Parcerias Público-Privadas (PPPs), fundos públicos e internacionais além de mecanismos de inovação urbana.

Para a aluna Damaris Bento, os aprendizados do 9º módulo do MBA refletirão diretamente no seu trabalho como diretora de Planejamento Estratégico da Prefeitura de Sinop. “Essa aula é extremamente importante no momento que a gente está vivendo, com municípios sem recursos ou em alto crescimento, que é o caso de Sinop”, afirmou. 

Damaris destacou a relevância da iniciativa do TCE-MT em oferecer o curso. “Sentimos falta de formação específica para a área pública e o Tribunal oferecendo nos torna servidores mais qualificados, que entregam serviço de mais qualidade para a população.”

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Também aluno da pós-graduação, o arquiteto e urbanista Gleisson Santos da Secretaria de Governo da Prefeitura de Cuiabá salientou que todos os encontros têm sido enriquecedores. “Para os munícipes é muito importante, porque nós ganhamos conhecimento aqui e depois colocamos em prática para atender a população, que é quem mais ganha no final.” 

A pós-graduação em Gestão de Cidades faz parte da estratégia da atual gestão do TCE-MT, presidida pelo conselheiro Sérgio Ricardo, para fortalecer a capacitação contínua de servidores e gestores públicos. O curso tem carga horária de 360 horas, conta com cerca de mil alunos e é coordenado pelo procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson Carvalho de Alencar.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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TCE aprova contas de 2025 da gestão Mauro e destaca avanços em segurança e educação

Parecer do Tribunal de Contas reconhece superávit de R$ 3,4 bilhões, maior resultado financeiro dos últimos cinco anos e cumprimento dos limites constitucionais

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) emitiu parecer prévio favorável às contas de governo de 2025, último exercício completo da gestão Mauro Mendes à frente do Governo do Estado. O voto do relator, conselheiro José Carlos Novelli, foi aprovado por unanimidade pelo Plenário.

Entre os principais resultados apontados pelo Tribunal estão um saldo positivo de R$ 3,4 bilhões nas contas do Estado e R$ 9,7 bilhões disponíveis em caixa, maior valor dos últimos cinco anos. O relatório também destacou que Mato Grosso terminou 2025 com as contas equilibradas e uma situação financeira positiva de R$ 5,5 bilhões em relação às dívidas.

O relatório também reconheceu o cumprimento dos principais limites constitucionais e legais. Mato Grosso destinou 26,73% da receita para a Educação, acima do mínimo de 25%, e 17,47% para a Saúde, enquanto o limite para despesas com pessoal ficou em 45,54%, abaixo do teto de 60% da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Para o candidato ao Senado, Mauro Mendes, o resultado é consequência de uma gestão baseada em planejamento, responsabilidade com o dinheiro público e capacidade de transformar o equilíbrio das contas em investimentos que chegam diretamente à população.

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“Quando se trabalha com seriedade, planejamento e responsabilidade, os resultados aparecem. Nós organizamos as contas do Estado para poder fazer aquilo que realmente importa: investir. Fizemos os maiores investimentos em obras e ações da história de Mato Grosso, levando serviços, infraestrutura e melhorias para perto da casa do cidadão, em todas as regiões”, afirmou Mauro.

Em 2025, a receita arrecadada pelo Estado chegou a R$ 42,6 bilhões, valor 15,16% superior à previsão inicial. O resultado financeiro, segundo o TCE, demonstra a capacidade fiscal acumulada pelo Estado ao final do exercício.

O parecer do conselheiro Novelli também registrou resultados positivos em áreas específicas das políticas públicas. Na segurança, houve redução dos homicídios e dos roubos de veículos. Na educação, os dados disponíveis apontaram melhora nos índices do Ideb. Já a cobertura geral de abastecimento de água ficou acima da média nacional. Na previdência estadual, houve redução de 6,01% no déficit atuarial da MT Prev, que terminou o exercício em R$ 58,3 bilhões.

“O Estado encerrou o exercício com resultado orçamentário ajustado positivo, elevada disponibilidade financeira, endividamento sob controle e cumprimento dos principais limites constitucionais e legais relativos à educação, à saúde e às despesas com pessoal. Esse cenário evidencia a capacidade fiscal do Governo de sustentar e aprimorar as políticas públicas e os investimentos estaduais”, afirmou Novelli.

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O processo segue agora para julgamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

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