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TCE-MT moderniza sistema eSocial e amplia eficiência na gestão de dados trabalhistas e previdenciários

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) modernizou o sistema eSocial, um dos principais instrumentos de gestão de informações trabalhistas e previdenciárias do órgão. A ferramenta passa a oferecer mais agilidade, segurança e usabilidade, reduzindo a complexidade de processos internos e garantindo mais confiabilidade na transmissão de dados obrigatórios ao Governo Federal.

Para o presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, a modernização do eSocial é um passo importante para que o órgão permaneça alinhado às exigências legais e tecnológicas do país. “Estamos investindo em inovação para garantir eficiência, transparência e confiabilidade nas informações prestadas.”

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Já o secretário-executivo de Tecnologia da Informação, Reginaldo Hugo Szezupior dos Santos, ressaltou os ganhos em eficiência. “Com a nova versão do Genexus Gx 18 e o controle de versão pelo Gx Server 18, o TCE-MT amplia sua capacidade de gestão tecnológica, garantindo estabilidade, segurança da informação e maior produtividade no uso diário do sistema.”

O secretário-executivo de Gestão de Pessoas, Eneias Viegas, destacou os impactos práticos para membros e servidores. “Com a reformulação das telas e a nova identidade visual, o eSocial tornou-se mais intuitivo, acessível e ágil. Essa modernização vai além do aspecto estético, pois incorpora melhorias funcionais que conferem maior rapidez e eficiência às rotinas administrativas e de pessoal.”

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O subsecretário de Sistemas da SETI, Rodrigo Matos Medeiros, lembrou que a iniciativa também fortalece a governança digital do Tribunal. “Ao modernizar o eSocial, estamos garantindo que os servidores e gestores tenham em mãos uma ferramenta mais confiável, estável e amigável, além de reduzir riscos operacionais e otimizar a entrega de resultados para a sociedade.”

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Vaidade de Sérgio Ricardo pode adiar sonho de Antônio Joaquim de voltar à presidência do TCE

Atual presidente é apontado nos bastidores como interessado em permanecer no comando da Corte de Contas, movimento que dificulta a ascensão de outros conselheiros.

A sucessão na presidência do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) já movimenta os bastidores da instituição e tem como principal personagem o atual presidente, Sérgio Ricardo.

Nos corredores da Corte, cresce a avaliação de que o conselheiro pretende buscar um novo mandato, mesmo diante da expectativa de alternância no comando do órgão.

Interlocutores próximos ao Tribunal afirmam que a permanência de Sérgio Ricardo estaria diretamente ligada ao desejo de manter influência sobre os rumos administrativos e políticos da instituição.

A avaliação de alguns conselheiros é que a forte vaidade do atual presidente dificulta a construção de um consenso em torno da renovação da Mesa Diretora.

Nesse cenário, um dos principais afetados seria o conselheiro Antônio Joaquim. Veterano da Corte e ex-presidente do TCE, ele é apontado há anos como um dos nomes naturais para retornar ao comando da instituição.

Entretanto, a eventual decisão de Sérgio Ricardo de disputar novamente a presidência pode adiar, mais uma vez, o projeto político-administrativo de Antônio Joaquim.

Nos bastidores, há quem interprete o movimento como uma demonstração de que Sérgio Ricardo não estaria disposto a abrir espaço para que outro colega conselheiro assuma o protagonismo na Corte de Contas. A permanência no cargo, segundo essa leitura, seria impulsionada não apenas por questões administrativas, mas também pelo capital político acumulado durante sua gestão.

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Embora nenhuma candidatura tenha sido oficialmente lançada, o tema já provoca debates entre membros do Tribunal e agentes políticos ligados ao sistema de controle externo. A expectativa é de que as conversas se intensifiquem nos próximos meses, à medida que o processo eleitoral interno se aproxima.

Caso a reeleição de Sérgio Ricardo se confirme, Antônio Joaquim poderá ter de aguardar mais um ciclo para tentar concretizar o objetivo de voltar a presidir o Tribunal de Contas, cargo que já ocupou em outras oportunidades e que continua sendo visto por seus apoiadores como uma meta legítima dentro da trajetória do conselheiro.

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