SAÚDE
Representante do Ministério da Saúde vistoria veículos de transporte sanitário na Paraíba
O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), Felipe Proenço, participou nesta quarta-feira (9) da vistoria de veículos de transporte sanitário destinados ao estado da Paraíba. A atividade ocorreu no campus da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.
As 7 ambulâncias do Tipo A entregues beneficiarão diretamente 48 mil habitantes de sete municípios paraibanos, além de impactar indiretamente as macrorregiões de saúde em que estão inseridos. A iniciativa reforça a garantia de deslocamento para exames, consultas e tratamentos especializados no estado. Os veículos integram a frente Caminhos da Saúde, inserida no programa Agora Tem Especialistas, e representam um investimento federal de R$ 1,92 milhão por meio do Novo PAC Saúde.
Os municípios paraibanos contemplados com a entrega das ambulâncias Tipo A (Cota Geral) são Água Branca, Desterro, Frei Martinho, Juru, Manaíra, São João do Tigre e Tenório, que também auxiliarão na oferta de transporte para pacientes de municípios vizinhos.
“Essas ambulâncias buscam providenciar esse deslocamento da pessoa que precisa de um tratamento na área renal, na área de oncologia, que possa fazer esse deslocamento com mais conforto, mais dignidade e suporte também do Ministério da Saúde para esse tipo de deslocamento. É por isso que essas ambulâncias já vêm equipadas, já vem também com o que é solicitado pelos municípios”, explica Proenço.
“São estudos que o Ministério da Saúde fez para avaliar qual que era a necessidade dos municípios, onde estavam as maiores distâncias, para que a gente possa reduzir então essas distâncias e o tempo de espera”, complementa o secretário.
No estado da Paraíba, o Novo PAC Saúde selecionou 1.241 novos empreendimentos, somando um investimento direto de mais de R$ 941,29 milhões em obras, equipamentos e novos veículos.
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Força Nacional do SUS recebe base no Rio de Janeiro para enfrentar emergências climáticas
O Rio de Janeiro passou a contar, nesta quarta-feira (9), com uma base regional da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS). A unidade tem como área de referência os estados do Sudeste e vai atuar na resposta a emergências em saúde pública, reforçando o apoio a estados e municípios tanto na preparação quanto no atendimento a situações de crise. A expectativa é reduzir o tempo de resposta a emergências sanitárias e ampliar a articulação entre as três esferas de governo diante de grandes eventos e desastres climáticos, como os impactos do El Niño.
“A base aumenta em até 20 vezes a capacidade de pronta resposta da Força Nacional do SUS quando acionada pelos estados e municípios. Agora, com a base aqui no Rio de Janeiro, conseguimos chegar, em até 12 horas, a qualquer localidade da região Sudeste. Os profissionais estarão aqui durante todo o ano. Isso permite que a preparação e a capacitação sejam contínuas, garantindo uma resposta mais qualificada”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A base do Rio é a terceira do país a entrar em funcionamento. Porto Alegre (RS) e Salvador (BA) já estão em atividade, e outras seis estão previstas até o fim deste ano para atender as demais regiões do país. A estrutura de Porto Alegre considera a necessidade de resposta a eventos como as enchentes registradas no estado nos últimos anos.
Cada base dispõe de veículos, posto médico avançado, comunicação via satélite, drones e equipamentos de apoio a equipes mobilizadas em áreas afetadas, inclusive locais remotos ou de difícil acesso. As estruturas podem atuar em situações como epidemias e surtos, secas e estiagens prolongadas, ondas de calor, incêndios florestais, chuvas intensas e enchentes, desastres hidrogeológicos e tecnológicos, incidentes com múltiplas vítimas, interrupção de serviços de saúde, falta temporária de profissionais e dificuldades de acesso a comunidades e unidades assistenciais.
Em caso de emergência, a capacidade pode ser ampliada com equipes de resposta rápida, voluntários e outros recursos, sempre em conjunto com estados, municípios e hospitais federais. O modelo, alinhado às boas práticas internacionais de prontidão e resposta a emergências e desastres, prevê o deslocamento inicial para as áreas afetadas em até 12 horas e a mobilização de equipamentos e profissionais adicionais nas primeiras 72 horas, de forma escalonada e proporcional às necessidades de cada ocorrência.
Para o Sudeste, as projeções até o fim do ano apontam risco de ondas de calor, temporais e chuvas intensas, eventos que podem elevar a procura por serviços de saúde. Em outras regiões do país, os efeitos do El Niño também podem estar associados a secas, incêndios e inundações, com possíveis impactos sobre os serviços de saúde.
Centros de Informação em Saúde e Clima (CISC)
A atuação das bases está integrada aos Centros de Informação em Saúde e Clima (CISC), que reúnem dados de saúde, clima, meio ambiente, demografia e território para subsidiar a vigilância, a prevenção e a resposta do SUS. Essas unidades monitoram continuamente eventos como ondas de calor, secas, estiagens, baixa umidade, chuvas intensas, enchentes e incêndios florestais.
Atualmente, a rede conta com oito CISC, localizados em Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Santarém (PA), Salvador (BA) e Fortaleza (CE).
As equipes reúnem profissionais de epidemiologia, meteorologia, geografia e ciência de dados, que atuam na produção de análises para orientar alertas, identificar áreas prioritárias, subsidiar a preparação da rede de saúde e atualizar planos de contingência.
Adaptação dos sistemas de saúde e dos hospitais federais
Os hospitais federais do Rio de Janeiro, Cardoso Fontes, Andaraí e Bonsucesso, integram a rede de retaguarda assistencial para situações de maior demanda, inclusive emergências sanitárias e climáticas. No primeiro semestre de 2026, as três unidades realizaram mais de 167 mil atendimentos de emergência e contam, juntas, com 101 leitos destinados a esse tipo de assistência. As unidades também dispõem de emergências 24 horas, CTIs, centros cirúrgicos e serviços especializados, como trauma, queimados e diagnóstico, para atender casos que exigem assistência imediata e manter a continuidade dos demais tratamentos.
As ações de adaptação da rede de saúde fazem parte do AdaptaSUS, Plano Nacional de Adaptação do Setor Saúde às Mudanças Climáticas apresentado na COP30. O plano prevê 27 metas e 93 ações até 2035, com R$ 9,8 bilhões destinados a investimentos em adaptação estrutural. Os hospitais federais entram como suporte à rede de urgência e emergência do SUS.
Plataforma SouForça
Ainda durante a agenda no Rio nesta quarta-feira (9), foi lançada a plataforma digital SouForça, destinada à gestão da força de trabalho e à mobilização de profissionais voluntários para atuação pela Força Nacional do SUS em desastres e emergências de saúde. A ferramenta centraliza informações sobre formação, competências, experiência e disponibilidade de profissionais de todo o país para subsidiar a mobilização das equipes conforme as necessidades de cada território.
A plataforma foi desenvolvida em parceria com a Universidade de Brasília (UnB) e segue os requisitos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e as normas de segurança da informação do Ministério da Saúde.
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
-
POLÍTICA MT6 dias atrásMarimax reúne mais de 200 pessoas em Cuiabá e fecha apoio a Pivetta, Mauro, Buzetti, Max Russi e Virginia Mendes
-
POLÍTICA MT5 dias atrásEnquanto Mato Grosso precisa de recursos, Wellington manda quase R$ 600 mil para montanhistas na Antártida
-
POLÍTICA MT6 dias atrásInvestimentos continuos: Pivetta garante equilíbrio fiscal, pagamento de RGA e valorização do servidor – veja o video
-
POLÍTICA MT6 dias atrásLuiza Böer repercute novas revelações envolvendo Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes e o Banco Master
-
POLÍTICA MT5 dias atrásPivetta mira pobreza zero em Mato Grosso e diz que filas na saúde estão ficando no passado – veja o video
-
POLÍTICA MT6 dias atrásVeritá: Pivetta cresce, chega a 32,1% e vira sobre Wellington Fagundes na disputa pelo Governo
-
POLÍTICA MT6 dias atrásWellington lidera com 34%, Pivetta chega a 27% e diferença cai para 7 pontos em nova pesquisa
-
POLÍTICA MT6 dias atrásPivetta mantém aprovação de 66% e transforma força da gestão em trunfo na corrida pelo Governo
