SAÚDE

Ministério da Saúde anuncia mais R$ 230 milhões para ampliar serviços e fortalecer o SUS no Piauí

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou neste sábado (4), em Teresina (PI), novos investimentos que somam R$ 230 milhões para o estado do Piauí. O recurso vai fortalecer as ações do Agora Tem Especialistas, iniciativa voltada à ampliação da rede de atenção especializada e à redução do tempo de espera por exames, consultas e cirurgias em todo o país.

Do total, R$ 160 milhões por ano serão destinados à recomposição do Teto MAC, com impacto de R$ 53,3 milhões ainda em 2025. Outros R$ 21,1 milhões serão aplicados na habilitação de novos serviços de saúde no estado, ampliando a capacidade de cuidado oferecida à população. Além disso, R$ 4,5 milhões vão reforçar os serviços do Hospital São Marcos, referência como Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), que concentra 49% dos leitos de oncologia pediátrica pelo SUS no estado.

Durante a agenda, além de reforçar os investimentos para o estado, o ministro destacou a campanha nacional de vacinação de crianças e adolescentes. Todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação 2025 estarão disponíveis. “A ação começa no dia 6 e vai até o final do mês. Todos os dias são dias de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde, mas o dia 18 de outubro será o Dia D e, juntamente com estados e municípios, vamos garantir que todos sejam protegidos”, ressaltou Padilha.

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Ainda em Teresina, o ministro visitou o Hospital Getúlio Vargas (HGV), unidade de referência em alta complexidade cardiovascular, oncológica, neurocirurgia e transplantes. O Ministério da Saúde já destina anualmente à instituição R$ 8 milhões para a Rede de Atenção às Urgências (RAU) e R$ 7,3 milhões para manutenção dos leitos de UTI.

Com os novos aportes, o Ministério da Saúde reafirma o compromisso de fortalecer o Sistema Único de Saúde no Piauí, assegurando mais acesso, qualidade e resolutividade no atendimento especializado.

Saúde digital fortalece Agora Tem Especialistas

O Piauí é destaque em inovação digital, com mais de 41 milhões de registros na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS). Neste sábado, o ministro também participou da cerimônia que celebrou 1 milhão de atendimentos do programa Piauí Saúde Digital, já presente em 224 municípios e integrado à telemedicina, telediagnóstico e inteligência artificial.

“No dia de hoje, o Piauí se consolida como a maior referência em saúde digital do Brasil, do Sistema Único de Saúde, desse que é o maior sistema de saúde do mundo. Mais do que 1 milhão de atendimentos, estamos falando de 1 milhão de vidas que tiveram mais qualidade de vida, laudos mais rápidos. Continuaremos apoiando este programa cada vez mais”, afirmou o ministro Alexandre Padilha.

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Durante o evento, o ministro ainda anunciou que, a partir deste mês, 97% dos municípios do Piauí – todos que solicitaram ao governo federal – receberão os kits de telessaúde do Agora Tem Especialistas para reforçar a ação de saúde digital no estado.  “A telessaúde é importante para cumprirmos aquilo que, hoje, é a obsessão do presidente Lula: reduzir o tempo de espera por atendimento na consulta, na cirurgia e nos exames especializados”, reforçou Padilha.

O estado também está inscrito no chamamento público de telessaúde do programa Agora Tem Especialistas, que ampliará a oferta de serviços digitais em todo o Brasil, acelerando o acesso da população ao atendimento especializado e fortalecendo o futuro da saúde conectada no país.

Julianna Valença
Ministério da Saúde 

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Ministério da Saúde inicia o Vigitel 2026 e amplia pesquisa sobre fatores de risco para doenças crônicas

O Ministério da Saúde deu início à edição 2026 do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), uma das principais pesquisas nacionais voltadas ao monitoramento da saúde da população brasileira. As entrevistas serão realizadas até o final de dezembro, com a divulgação dos resultados prevista para o primeiro semestre de 2027. 

Realizado anualmente desde 2006, o Vigitel acompanha a frequência e a distribuição de fatores de risco e proteção relacionados às Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como obesidade, consumo alimentar, comportamento sedentário, inatividade física, tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas. O levantamento também reúne informações sobre a realização de exames preventivos para câncer, o diagnóstico de diabetes, hipertensão, depressão e comportamentos no trânsito. 

Em 2026, a pesquisa dá continuidade ao processo de expansão iniciado no ano passado. Antes restrito às capitais, o Vigitel passou a incluir moradores de municípios das regiões metropolitanas e cidades do interior, ampliando a representatividade dos dados e o alcance das informações coletadas. A expectativa é de que mais de 100 mil pessoas participem desta edição. 

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Fatores de risco 

Além dos indicadores tradicionais da série histórica, o questionário rotativo deste ano aborda temas estratégicos para a saúde pública, definidos a partir de sugestões das áreas técnicas do Ministério da Saúde. Entre os assuntos incluídos estão climatério e menopausa, poluição do ar e desastres naturais. 

Políticas públicas 

Os dados produzidos pelo Vigitel são fundamentais para orientar políticas públicas de promoção da saúde, prevenção e controle das doenças crônicas, além de subsidiar ações voltadas a novos desafios sanitários enfrentados pela população brasileira. 

Para fortalecer a coleta de informações, o Ministério da Saúde reforça a importância da participação da população, especialmente nos estados das regiões Norte e Nordeste, onde edições anteriores registraram maior dificuldade de adesão. 

Durante as entrevistas, a segurança dos participantes é prioridade. Os entrevistadores do Vigitel não solicitam CPF, dados bancários ou qualquer informação financeira. As únicas informações pessoais pedidas são idade, sexo, escolaridade, estado civil e raça/cor da pele. 

Ao atender à ligação e participar da pesquisa, cada cidadão contribui diretamente para a produção de dados confiáveis, que ajudam a aprimorar as políticas públicas e a promover mais qualidade de vida para a população brasileira. “O Vigitel é uma ferramenta estratégica para compreendermos melhor os desafios de saúde da população brasileira e planejarmos respostas mais efetivas. Cada participação fortalece o SUS e contribui para políticas públicas baseadas em evidências”, destacou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão. 

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João Moraes
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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