POLÍTICA NACIONAL

Entra em vigor lei que cria ‘Selo Cidade Mulher’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 15.214/25, que cria o Selo Cidade Mulher. O reconhecimento será concedido anualmente às cidades que promovam políticas públicas para o bem-estar das mulheres. A norma foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (19).

A avaliação dos municípios levará em conta:

  • a busca da igualdade efetiva entre mulheres e homens;
  • o combate à discriminação;
  • a universalidade dos serviços e benefícios oferecidos pelo Estado;
  • a participação das mulheres em todas as fases das políticas públicas; e
  • a transversalidade como princípio orientador das políticas públicas.

Também será considerada a assinatura do Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres. Entre os pontos avaliados estão o combate à exploração sexual de meninas e adolescentes, o enfrentamento ao tráfico de mulheres e a promoção dos direitos humanos de mulheres em situação de prisão.

A iniciativa tem origem no PL 2549/24, da deputada Nely Aquino (Pode-MG). Na votação da Câmara, a autora afirmou:

“O número de mulheres mortas todos os dias é enorme no País. O projeto é mais amplo, mas a discussão prioritária é em relação ao feminicídio.”

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Caberá ao Poder Executivo regulamentar o número de selos concedidos a cada ano e os critérios de pontuação para os municípios contemplados.

Da Redação – GM
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Hamilton Mourão cobra decisão do STF em relação aos condenados pelo 8 de Janeiro

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) voltou a defender a revisão das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (7), ele criticou a demora do Supremo Tribunal Federal (STF) em analisar a matéria após a derrubada do veto presidencial pelo Congresso. Segundo ele, uma anistia seria a melhor solução para promover a “pacificação nacional”.

Mourão apontou que, passados 60 dias da derrubada do veto, o STF ainda não deu uma definição sobre o tema. Para ele, a demora deixou de ser “apenas uma questão processual para se tornar uma questão humanitária”.

— São 60 dias de silêncio, 60 dias durante os quais brasileiras e brasileiros continuam atrás das grades, aguardando uma decisão — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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