POLÍTICA NACIONAL
CE debate política pública de alfabetização plena
A Comissão de Educação e Cultura (CE) fará audiência pública para debater a formação de profissionais da educação e práticas pedagógicas no contexto da política pública “Compromisso Nacional Criança Alfabetizada”. A reunião está marcada para esta quarta-feira (20), às 14h30.
Lançada pelo governo federal em 2023, a política mira a garantia do direito à educação e a redução das desigualdades educacionais por meio da alfabetização de todas as crianças brasileiras até o fim do 2º ano do ensino fundamental. Dessa forma, a análise busca contribuir para as ações voltadas à alfabetização plena, reforçando a colaboração entre União, estados e municípios.
O encontro atende a requerimento da senadora Augusta Brito (PT-CE), que destaca o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada como uma iniciativa estratégica que viabiliza metas do Plano Nacional de Educação (PNE) e atende à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), pois cria medidas essenciais para o desenvolvimento dos indivíduos e da democracia.
Confirmaram presença:
- Presidente da Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação (Anfope), Malvina Tânia Tuttman;
- Vice-presidente da Associação Brasileira de Alfabetização (ABalf), Fernando Rodrigues de Oliveira;
- Secretária de Finanças da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Rosilene Corrêa; e
- Professora da Faculdade de Educação da UFMG e coordenadora do Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI), Mônica Correia Baptista;
- Diretora de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, Rita Esther Ferreira de Luna.
Lúrya Rocha, sob supervisão de Patrícia Oliveira.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Comissão aprova proposta que condiciona progressão de pena a redução de periculosidade
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 65/26, que condiciona a progressão de regime à efetiva redução da periculosidade do preso, comprovada por exame criminológico.
De autoria do deputado Kim Kataguiri (Missão-SP), o projeto altera a Lei de Execução Penal (Lei 7.210/84) para acabar com o que o autor chama de esvaziamento do exame criminológico, que teria passado a ser tratado como um elemento meramente formal focado no tempo de pena cumprido.
Critério
Pelo texto, a progressão de regime será proibida caso o laudo técnico aponte que o preso ainda é perigoso ou que existe probabilidade de ele voltar a cometer crimes.
Se o benefício for negado com base nesse critério, a situação do detento deverá ser reavaliada periodicamente por meio de novos exames.
Rigor
O relator do projeto, deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), apresentou parecer favorável à medida. “A segurança pública reclama o fim do automatismo na progressão de regime, que muitas vezes desconsidera o risco real que o apenado representa ao retornar ao convívio social”, afirmou.
Fabio Costa disse ainda que a proposta valoriza critérios técnicos para assegurar a paz social. “Ao restabelecer a centralidade do exame criminológico fundamentado, o projeto retira a execução penal do campo da burocracia temporal e a devolve ao campo da responsabilidade técnica”, destacou.
Próximos passos
A proposta será agora analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), antes de ser votada pelo Plenário da Câmara.
Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, em seguida, ser sancionado pela Presidência da República.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub
Fonte: Câmara dos Deputados
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