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Projeto de Botelho propõe padronização de lixeiras e coletores em espaços públicos de MT

Com foco na preservação ambiental, melhoria da limpeza urbana e fortalecimento da coleta seletiva, o deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) apresentou na sessão plenária da última quarta-feira (6), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Projeto de Lei nº 573/26, que estabelece diretrizes técnicas para instalação, distribuição e padronização de lixeiras e coletores de resíduos sólidos em logradouros e espaços públicos de todo o Estado.

A proposta está alinhada à Política Nacional de Resíduos Sólidos e busca criar critérios objetivos para a implantação dos equipamentos urbanos, contribuindo para cidades mais limpas, organizadas e sustentáveis. Entre os principais pontos do projeto estão a obrigatoriedade da segregação mínima dos resíduos, instalação estratégica dos coletores em áreas de grande circulação e adoção de materiais resistentes e adequados ao clima tropical mato-grossense.

De acordo com Botelho, o projeto surge como resposta a um problema crescente enfrentado pelos municípios, especialmente diante da expansão urbana acelerada e dos impactos provocados pelo descarte irregular de lixo.

“O objetivo é garantir mais eficiência na coleta seletiva, reduzir impactos ambientais, evitar alagamentos causados pelo entupimento da drenagem urbana e melhorar a qualidade de vida da população. Precisamos avançar em políticas públicas modernas e sustentáveis”, destacou o parlamentar.

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O texto prevê que, em centros comerciais e turísticos, sejam instalados conjuntos de coletores a cada 100 metros lineares de calçada ou um por quadra. Já nas áreas residenciais, a distribuição deverá ocorrer em pontos estratégicos, como esquinas e avenidas principais, respeitando distância máxima de 200 metros entre os equipamentos.

A proposta também determina que os coletores possuam compartimentos específicos para resíduos recicláveis e orgânicos, identificados por cores padronizadas, além de tampa de proteção contra chuva, sistema de drenagem para evitar acúmulo de líquidos e materiais resistentes ao fogo e à corrosão.

Outro ponto importante do projeto é a responsabilidade compartilhada. Grandes geradores de resíduos sólidos, como estabelecimentos comerciais, deverão instalar e manter lixeiras padronizadas em suas calçadas para uso da população. Eventos públicos também precisarão disponibilizar ilhas de separação de resíduos de acordo com o público estimado.

A matéria ainda estabelece incentivos para os municípios que adequarem seus planos de gestão de resíduos sólidos às novas diretrizes, incluindo prioridade no acesso a recursos do Fundo Estadual de Meio Ambiente.

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Na justificativa do projeto, Botelho ressalta que a iniciativa tem caráter estruturante e potencial para gerar benefícios ambientais, sanitários, sociais e econômicos em Mato Grosso.

“A correta destinação dos resíduos sólidos é uma necessidade urgente. Essa proposta fortalece a consciência ambiental, melhora os serviços urbanos e contribui diretamente para a construção de cidades mais sustentáveis e preparadas para o futuro”, concluiu o deputado.

Fonte: ALMT – MT

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Veritá mostra Wellington na liderança e disputa acirrada com Pivetta em Mato Grosso

Pesquisa aponta senador do PL à frente na espontânea e na estimulada; Jaime lidera rejeição entre nomes testados
Levantamento divulgado pelo Instituto Veritá sobre a corrida ao Governo de Mato Grosso mostra o senador Wellington Fagundes (PL) na liderança das intenções de voto tanto na modalidade espontânea quanto na estimulada para a eleição de 2026.

Na pesquisa espontânea, quando o eleitor responde sem receber uma lista prévia de candidatos, Wellington aparece com 43,3% dos votos válidos, seguido de perto pelo vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que registra 42%. Em terceiro lugar surge o senador Jaime Campos (União Brasil), com 6,9%.
O levantamento revela um cenário de polarização entre Wellington e Pivetta, enquanto os demais nomes aparecem com desempenho mais distante na preferência do eleitorado.

Já no cenário estimulado, em que os entrevistados recebem os nomes dos possíveis candidatos, Wellington amplia a vantagem e chega a 45,4% dos votos válidos. Pivetta aparece na segunda colocação com 29,1%, enquanto Natasha Slhessarenko (PSD) soma 8,3%.

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Os números indicam que Wellington mantém forte recall eleitoral e larga na frente na disputa pelo Palácio Paiaguás, enquanto Pivetta tenta consolidar seu espaço como possível representante da continuidade da atual gestão estadual.

A pesquisa também mediu a rejeição dos possíveis candidatos. Neste quesito, Jaime Campos lidera com 38,8%, sendo o nome mais rejeitado entre os entrevistados. Wellington Fagundes aparece com 14,1% de rejeição, enquanto Otaviano Pivetta registra 12,8%.

O levantamento foi realizado entre os dias 26 e 30 de abril de 2026, com amostra de 1.220 eleitores em Mato Grosso. A pesquisa está registrada no TRE-MT sob o número MT-01285/2026.

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