PROSPERIDADE DA EDUCAÇÃO

Vou querer exportar para o Brasil”, diz Renan Santos sobre escolas estaduais de MT

Em publicação nas redes sociais, o governador Otaviano Pivetta interagiu com o candidato a presidente

O candidato a presidente Renan Santos (MBL) afirmou na quinta-feira (23), durante visita a uma escola estadual em Sorriso, que pretende “exportar para o Brasil” o modelo estrutural e de ensino cívico-militar implantado em Mato Grosso.

Esse modelo de ensino funciona com gestão compartilhada, ou seja, dividida entre civis e militares da reserva. Implantadas desde 2024, o estado tem 263 escolas cívico-militares que são regulamentadas pela Secretaria de Educação (Seduc-MT).

“Estou em uma escola cívico-militar. Sensacional. Vocês vão ver o vídeo que vai sair sobre isso. É uma escola linda. Estou com a Adriana, que é a secretária de Educação. Parabéns, vou querer exportar isso para o resto do Brasil. Conta para a gente o que faz aqui ter esse sucesso todo?”, perguntou.

O governador e pré-candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), comentou na publicação dizendo que esse modelo de ensino garante prosperidade a Mato Grosso e mais oportunidades aos jovens. Ele também disse ter como objetivo classificar a educação estadual como uma das melhoras do Brasil.

“É esse modelo de educação que estamos construindo há sete anos e meio. Queremos colocar a educação de Mato Grosso entre as melhores do Brasil e garantir que nossos jovens tenham cada vez mais oportunidades para construir o seu futuro. É assim que continuaremos no caminho da prosperidade”, pontuou.

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*”Uma das melhoras cidades em todo o país”*

O candidato à presidência Renan Santos também visitou Lucas do Rio Verde e classificou o município como um dos melhores do Brasil. Em gravação postada nas redes sociais, ele citou diversas empresas sediadas na cidade e destacou a agroindustrialização como ponto forte.

“Me falaram que MT vai se separar do Brasil de tão bom que o estado está. Estou em Lucas do Rio Verde, uma das melhores cidades que visitei em todo o país. Vou te mostrar a industrialização acontecendo na área do agro e que deveria ser exemplo para todo o Brasil”, disse.

Pivetta foi prefeito de Lucas do Rio Verde por três mandatos. Segundo Renan, o histórico que a cidade tem de boa gestão pública é responsável pelo desenvolvimento.

“Quando você tem um povo trabalhador, boa gestão pública e desenvolvimento econômico, é isso que acontece. A função aqui é apenas olhar o que estão fazendo, tomar nota, aprender e replicar em todos os municípios do Brasil. O Brasil tem que ser mais como Lucas do Rio Verde e menos como a administração pública das cidades que não funcionam”, completou.

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POLÍTICA MT

Convenção estadual definirá alianças, candidaturas e o projeto do União para 2026

A convenção estadual do União Brasil, marcada para o próximo dia 30 de julho, em Cuiabá, promete ir muito além da homologação de candidaturas. O encontro reunirá filiados, lideranças e convencionais em um momento considerado decisivo para o futuro da legenda no Estado, já que colocará em votação qual projeto político o partido defenderá na disputa pelo Palácio Paiaguás e quais serão seus representantes nas eleições proporcionais.

O evento será realizado a partir das 11 horas, no Anfiteatro Adão Flores, no Espaço CDL, e ocorre em meio a uma das mais relevantes discussões internas do partido desde sua criação em Mato Grosso. De um lado, o grupo liderado pelo presidente estadual da sigla, Mauro Mendes, que trabalha pela manutenção da aliança com o governador Otaviano Pivetta (Republicanos). Do outro, a ala comandada pelo senador Jayme Campos, que defende candidatura própria do União Brasil ao Governo do Estado.

Inicialmente prevista para o dia 4 de agosto, a convenção foi antecipada após entendimento entre Mauro Mendes e Jayme Campos, decisão oficializada por edital publicado no Diário Oficial da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM). Nos bastidores, a mudança foi interpretada como uma tentativa de acelerar a definição do cenário eleitoral e reduzir o período de incertezas dentro da legenda.

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Além da definição sobre a estratégia para a disputa ao Governo de Mato Grosso, os convencionais também deverão homologar as chapas que disputarão vagas na Câmara dos Deputados e na Assembleia Legislativa, além de deliberar sobre a política de alianças que o partido adotará nas eleições deste ano.

Embora oficialmente a convenção tenha caráter administrativo, ela concentra uma decisão com forte impacto político. O resultado poderá definir se o União Brasil manterá sua aliança com o Republicanos ou se optará por lançar candidatura própria ao Governo, influenciando diretamente o desenho das coligações e o equilíbrio das forças que disputarão o comando do Estado.

Em um cenário marcado por rearranjos partidários e negociações de bastidores, a expectativa é de que a convenção consolide não apenas os nomes que representarão a legenda nas urnas, mas também a estratégia política que o União Brasil pretende apresentar ao eleitorado mato-grossense.

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