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Servidores expõem talentos em gastronomia e artesanato na primeira edição do “Prata da Casa” de 2025

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) abriu, nesta segunda-feira (5), a primeira edição do ano do projeto “Prata da Casa”. A iniciativa, coordenada pelo Instituto Memória do Poder Legislativo (IMPL), oferece aos servidores e seus familiares a oportunidade de apresentar seus talentos nas áreas de gastronomia e artesanato. A exposição é alusiva ao dia das Mães e acontece até quarta-feira (7), das 8h às 17h, no saguão principal e também nas entradas dos auditórios da Casa.

Com o objetivo de valorizar as habilidades artísticas e empreendedoras dos servidores do Legislativo estadual e familiares, o projeto chega com novidades nesta edição. Entre elas, estão a ampliação do número de expositores e a setorização dos produtos expostos – como itens artesanais menores, roupas e alimentos. Ao todo, 42 expositores participam do evento.

“Além de servir à instituição e à sociedade, muitos servidores também se dedicam, por paixão ou como complemento de renda, a trabalhos manuais. Este é um espaço criado para divulgar esses talentos”, destacou a superintendente do IMPL, Gabriela Torres. Segundo ela, todos os inscritos foram contemplados nesta edição, sem necessidade de sorteio. “Queremos tornar o projeto ainda mais abrangente e acessível, tanto para os participantes quanto para o público visitante”, afirmou.

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A variedade de produtos chama a atenção. Entre os itens disponíveis estão louças artesanais, acessórios, roupas, oratórios, objetos de decoração e complementos para casa. A servidora Moema Figueiredo, da Escola do Legislativo, é uma das expositoras. Ela apresenta louças e cerâmicas produzidas manualmente, com detalhes únicos. “Cada peça é feita com muito carinho e tem um toque especial. É gratificante poder mostrar esse trabalho aqui”, afirma.

A área gastronômica também oferece diversas opções para os visitantes. Do café da manhã ao almoço, há salgados, doces, queijos, pratos prontos e lanches saudáveis. A servidora Adriane Maia, do gabinete do deputado Carlos Avalone, participa com um cardápio leve e nutritivo. “Trouxe opções como saladas, sanduíches naturais, fricassê, sucos e salada de frutas. É uma forma de unir sabor e saúde”, conta.

Pela primeira vez no Prata da Casa, Cláudia Valério, familiar de servidor, apresenta uma linha de vestuário feminino. “Estou muito feliz pela oportunidade. É um espaço que valoriza e ajuda a divulgar o nosso trabalho”, disse.

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Todos os servidores estão convidados a prestigiar e apoiar os colegas que, além de desempenharem funções essenciais no dia a dia da Casa, também se destacam pela criatividade e talento.

Fonte: ALMT – MT

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133 prefeitos declaram apoio a Otaviano Pivetta e reforçam candidatura à reeleição

Adesão de gestores de diferentes partidos amplia a capilaridade do governador no interior e gera expectativa sobre possível presença de prefeitos ligados ao PL, partido de Wellington Fagundes

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ganha uma expressiva demonstração de força política nesta terça-feira (18), com a declaração de apoio de 133 prefeitos de Mato Grosso à sua candidatura à reeleição. O movimento reforça a presença do governador nos municípios e coloca o municipalismo no centro da estratégia para a disputa pelo Palácio Paiaguás.

O número chama atenção pela dimensão. Mato Grosso possui 142 municípios, e a adesão anunciada representa uma ampla rede de gestores municipais alinhados à candidatura de Pivetta, ultrapassando inclusive as fronteiras dos partidos que integram formalmente sua coligação.

A mobilização ocorre na Casa 10, em Cuiabá, reunindo prefeitos e lideranças políticas de diferentes regiões do Estado. O encontro funciona como uma demonstração da capilaridade que Pivetta pretende levar para a campanha eleitoral.

A declaração de apoio também gera grande expectativa nos bastidores políticos diante da possibilidade de que, entre os 130 prefeitos, estejam gestores ligados ao Partido Liberal (PL), legenda do também candidato ao Governo, senador Wellington Fagundes.

Caso essa presença se confirme, o movimento ganha um ingrediente político adicional. Prefeitos do PL que aderirem publicamente a Pivetta estariam deixando, na prática, o projeto eleitoral encabeçado por Wellington para se bandear para o lado do atual governador, passando a integrar a campanha adversária na disputa pelo Palácio Paiaguás.

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A eventual adesão de prefeitos liberais chama ainda mais atenção porque Wellington é o candidato oficial do PL ao Governo. O movimento mostraria que a decisão partidária não necessariamente está sendo acompanhada por toda a base municipal da legenda.

FORÇA NO INTERIOR

A construção de uma ampla base municipalista pode representar uma vantagem importante na campanha. Prefeitos possuem interlocução direta com vereadores, lideranças comunitárias, produtores, empresários e diferentes segmentos da sociedade, especialmente nas cidades do interior.

Com 130 prefeitos declarando apoio, Pivetta procura transformar essa estrutura política em presença eleitoral nos municípios e demonstrar que sua candidatura possui sustentação para além das alianças construídas entre as cúpulas partidárias.

A movimentação ocorre justamente no momento em que a campanha de 2026 entra em uma fase mais intensa. Com as chapas definidas, a disputa deixa gradualmente o campo das articulações partidárias e passa para a busca de apoio efetivo nas cidades.

Para Pivetta, a manifestação dos prefeitos representa uma oportunidade de apresentar musculatura política e uma rede de aliados espalhada por Mato Grosso. Ao mesmo tempo, os nomes que aparecerem entre os 130 apoiadores poderão revelar até que ponto o governador conseguiu avançar sobre bases municipais pertencentes a partidos adversários.

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A presença de prefeitos do PL no ato municipalista, caso seja confirmada, poderá ter reflexos importantes na corrida eleitoral e deixar evidente um possível racha na base aliada de Wellington Fagundes. Politicamente, a situação pode representar um obstáculo considerável para a campanha do senador ao Governo do Estado, já que Wellington estaria perdendo apoio dentro de sua própria base e, principalmente, entre prefeitos do seu próprio partido justamente no momento em que a disputa eleitoral ganha força nos municípios.

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