RESULTADOS NA EDUCAÇÃO

Pivetta diz que professores transformaram MT e defende políticas de valorização

Governador citou que estado não tem mais “escolas de lata” e garantiu um projeto público destinado a honrar os servidores públicos

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A transformação da educação pública de Mato Grosso exige investimento, mas também dedicação e cuidado com a formação dos estudantes. A afirmação foi feita pelo governador Otaviano Pivetta (Republicanos), em entrevista exclusiva divulgada pelo site Mídia Jur., ao atribuir esse conceito aos resultados obtidos pelo Estado, que saiu da 22ª para a 6ª posição na educação brasileira.

“Educação é transferência de conhecimento e, se não tiver amor, não tem transferência de conhecimento. E o amor é difícil de classificar. Nossos professores e professoras estão fazendo o trabalho de transformação. Esses meninos e meninas que saem da escola pública saem emancipados, saem prontos para a vida. Isso é importante”, afirmou.

Pivetta ressaltou que a transformação também passa pelas condições oferecidas nas unidades de ensino. Nos últimos sete anos, 3,5 mil das 7,5 mil salas de aula da rede estadual foram reformadas, revitalizadas ou construídas.

“Nós tínhamos escolas de lata, centenas de escolinhas caindo aos pedaços. Nós mudamos isso. Reformamos, revitalizamos ou construímos 3.500 salas de aula, das 7.500 que nós temos. Isso foi nos últimos sete anos. E esse trabalho continua”, disse ele. O Estado tem atualmente 40 novos Colégios Estaduais Integrados em processo de licitação ou já licitados.

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“É assim que nós vamos melhorando a educação: com ações em todas as áreas, investimentos, persistência, coerência e valorizando e estimulando os profissionais que trabalham na educação”, destacou.

A política de valorização inclui premiações aos profissionais da rede. No final do ano passado, professores e trabalhadores da educação receberam valores equivalentes ao 14º e 15º salários, além de premiações vinculadas ao desempenho das escolas.

“Nós estamos honrando os servidores públicos. Pagamos, no final do ano passado, em premiação para todos os professores e trabalhadores da educação, o 14º e o 15º salário, além de outras premiações de acordo com o desempenho de cada escola”, afirmou.

Outra frente citada por Pivetta é a qualificação. Todos os anos, 100 alunos e 30 trabalhadores da educação participam de intercâmbio na Inglaterra. A rede também mantém formação permanente para gestores e lideranças.

Para Pivetta, a escola também precisa contribuir para a formação de valores e para a construção de uma sociedade mais segura. O governador relacionou esse trabalho à prevenção de problemas como a criminalidade e a violência contra as mulheres.

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“É impossível ter educação em um ambiente sem disciplina e sem ordem. É impossível ter uma boa educação com professores nutrindo medo de ser agredido por alunos mal-educados”, afirmou. Para ele, as demandas da sociedade passam pelo fortalecimento do ensino: “A escola é o lugar da gente mudar isso”, acrescentou.

Pivetta também citou o redimensionamento da rede estadual, com a transferência de algumas unidades aos municípios, de acordo com as responsabilidades de cada ente federativo. Segundo ele, cada ente federativo deve cuidar bem daquilo que se propõe e, no final, ter um resultado positivo”.

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POLÍTICA MT

Pivetta lidera em Cuiabá, Natasha avança no entorno da Capital e Wellington abre vantagem no Sul de MT

Pivetta lidera em Cuiabá, Natasha avança no entorno da Capital e Wellington abre vantagem no Sul de MT

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Pivetta lidera em Cuiabá, Natasha avança no entorno da Capital e Wellington abre vantagem no Sul de MTA corrida pelo Governo de Mato Grosso apresenta um cenário dividido regionalmente, com os três principais candidatos alternando posições de liderança conforme o polo eleitoral. Levantamento da AtlasIntel aponta vantagem de Otaviano Pivetta (Republicanos) em Cuiabá, Natasha Slhessarenko (PSD) na região intermediária da Capital e Wellington Fagundes (PL) no eixo formado por Rondonópolis e Barra do Garças.

Na Capital, Pivetta aparece com 41,3% das intenções de voto, seguido por Wellington, com 28,9%, e Natasha, com 19,3%. A diferença de 12,4 pontos percentuais coloca o candidato do Republicanos à frente no principal colégio eleitoral do Estado.

O cenário muda na chamada Região Intermediária de Cuiabá, que reúne municípios do entorno da Capital. Natasha alcança 38,9%, enquanto Pivetta registra 27,6% e Wellington aparece com 17,2%. O resultado representa o melhor desempenho regional da candidata do PSD entre os recortes apresentados.

No Sul e Araguaia, especialmente no bloco formado por Rondonópolis e Barra do Garças, Wellington Fagundes apresenta a maior vantagem entre os três principais nomes. O candidato do PL registra 49,8%, contra 24,4% de Pivetta e 16,9% de Natasha. A diferença de 25,4 pontos percentuais entre os dois primeiros colocados é a mais expressiva entre os agrupamentos regionais analisados.

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Em Cáceres, entretanto, a disputa aparece mais equilibrada. Wellington soma 38,7%, enquanto Pivetta registra 35,4%, uma diferença de apenas 3,3 pontos percentuais. Natasha aparece com 24,3%. Como a pesquisa informa margem de erro de três pontos percentuais para a amostra geral, a diferença entre os dois primeiros colocados não deve ser interpretada isoladamente como uma vantagem estatisticamente consolidada.

Em Sinop, Wellington também aparece numericamente à frente, com 39,1%, contra 32,3% de Pivetta. Natasha registra 15,8%. A distância de 6,8 pontos percentuais entre os dois primeiros é maior que a observada em Cáceres, mas o levantamento ressalta que o recorte regional não possui margem de erro específica informada.

O desempenho dos candidatos também reflete características distintas de suas bases políticas e eleitorais. Wellington mantém forte presença no eixo Rondonópolis–Barra do Garças, enquanto Pivetta apresenta seu melhor resultado em Cuiabá. Natasha, por sua vez, concentra seu desempenho mais expressivo no entorno da Capital.

No resultado geral, Wellington Fagundes aparece com 34,4% das intenções de voto, seguido por Otaviano Pivetta, com 30,8%, e Natasha Slhessarenko, com 23,2%.

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A pesquisa ouviu 1.209 eleitores entre os dias 4 e 9 de setembro. A margem de erro geral é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números MT-02766/2026 e BR-08540/2026.

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