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Mesa Diretora lamenta falecimento do radialista Dirceu Carlino

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) lamenta profundamente o falecimento do radialista Dirceu Carlino, ocorrido na madrugada desta quarta-feira (20), aos 92 anos, por problemas de saúde. Natural de Agudos (SP), ele estava internado em um hospital particular de Cuiabá há uma semana.

Dirceu Carlino começou a trabalhar na ALMT no dia 1º de fevereiro de 1983. Na mesma década, foi coordenador de imprensa do Poder Legislativo.

Em julho de 2009, a Assembleia Legislativa homenageou o radialista com seu nome na Sala de Imprensa do Parlamento estadual. Carlino foi servidor da Casa até 2010.

Ele chegou a Cuiabá para trabalhar em 1973 como vendedor de telefonia. Alguns anos depois, iniciou a carreira de comunicador no rádio, apresentando os programas “Cidade Independente” e “Ciranda da Cidade”, ambos na Rádio Cultura. Seu último trabalho foi na rádio CBN.

O radialista era casado com Ismar Milesqui e deixa seis filhos.

Fonte: ALMT – MT

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“CORJA, PETULANTE E DITADOR”: JÚLIO CAMPOS DETONA MAURO MENDES E DISPARA ” ELE ESTAVA QUEBRADO EM 2018 NÓS BANCAMOS A CAMPANHA DELE ” – Assistam 

Deputado estadual sobe o tom contra grupo ligado ao governador, acusa aliados de tentarem tomar o controle do partido e expõe crise interna que pode redefinir o cenário eleitoral de 2026 em Mato Grosso

A crise interna dentro do União Brasil em Mato Grosso ganhou novos capítulos e elevou ainda mais a temperatura da disputa política visando as eleições de 2026. Durante entrevista ao programa Opinião, da TV Pantanal, o deputado estadual Júlio Campos disparou duras críticas contra o ex-governador Mauro Mendes, o deputado federal Fábio Garcia e aliados do grupo político que atualmente domina a sigla no estado.

Sem economizar nas palavras, Júlio classificou o grupo de Mauro Mendes como uma “corja”, além de acusar os aliados do governador de agirem de maneira “petulante” e “ditatorial” dentro do partido.

Segundo o parlamentar, o União Brasil teria cometido um “grave erro” ao aceitar a entrada de Mauro Mendes e seu grupo político ainda na época do Democratas, antes da fusão que originou a atual legenda.

“Cometemos esse erro grave de aceitar essa corja. Vieram não para ser parceiros ou companheiros, mas inimigos”, disparou Júlio Campos durante a entrevista.

A fala repercutiu fortemente nos bastidores políticos de Mato Grosso e evidencia o racha interno que cresce dentro do União Brasil, principalmente diante da possível pré-candidatura do senador Jayme Campos ao Governo do Estado.

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Nos bastidores, aliados da família Campos alegam que o grupo ligado a Mauro Mendes estaria tentando assumir o controle definitivo do partido para fortalecer projetos políticos visando 2026, deixando de lado lideranças históricas que ajudaram a construir a antiga base do Democratas no estado.

As declarações de Júlio Campos também reforçam um rompimento cada vez mais evidente entre antigos caciques da legenda e o núcleo político ligado ao governador Mauro Mendes, considerado atualmente uma das figuras mais influentes da política mato-grossense.

O embate interno promete esquentar ainda mais o cenário político estadual nos próximos meses, principalmente com a aproximação das articulações para a disputa ao Governo de Mato Grosso e ao Senado Federal.

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