POLÍTICA MT
Max fortalece transporte escolar em Jauru com entrega de ônibus para a zona rural
A educação de Jauru vai ser reforçada com a aquisição de um novo ônibus escolar articulado pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB). Esse foi um pedido do prefeito Passarinho (UB) para reforçar a frota escolar que percorre mais de mil quilômetros na zona rural e urbana do município.
“Jauru vem passando uma situação muito complicada em relação ao transporte escolar, nós temos uma grande quantidade de linhas de ônibus, são em torno de 18 linhas rurais e este ônibus chega em ótima hora”, comemorou o prefeito Passarinho ao receber o veículo.
Ainda na oportunidade, Passarinho aproveitou para agradecer a parceria do deputado com o município. “Quero agradecer o Max e o governador Mauro Mendes por esse trabalho que estão fazendo pelo município”, declarou.
O novo ônibus conta com assentos adaptados para atender pessoas com deficiência e ar-condicionado , o que irá garantir mais segurança e qualidade de vida no deslocamento dos alunos até a escola.
“Tenho um carinho muito grande pela cidade de Jauru e poder auxiliar nossas crianças com mais um veículo é motivo de muita felicidade para mim. Não é só um ônibus, é a dignidade que estamos proporcionando às nossas crianças”, disse Max Russi.
A entrega do veículo ocorreu na quinta-feira (11) em Cuiabá e contou com a presença da secretária adjunta de educação municipal, Jaiane Rodrigues e do chefe de gabinete, Otávio Lana.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA MT
Júlio Campos responsabiliza cúpula do União Brasil e polarização por derrota eleitoral
Deputado estadual recebeu 18.517 votos e ficou como primeiro suplente; parlamentar aponta falta de recursos, esvaziamento da chapa e ausência de palanque competitivo entre os fatores que prejudicaram sua campanha.
O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) atribuiu sua não reeleição à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) a problemas internos do partido, à falta de estrutura na campanha do senador Wellington Fagundes (PL) ao governo estadual e à polarização política nacional. A avaliação foi apresentada na quarta-feira (7), após o resultado das eleições de domingo (4).
Com 18.517 votos, Júlio ficou na primeira suplência da coligação, resultado abaixo dos cerca de 40 mil votos que sua equipe esperava alcançar. O parlamentar direcionou críticas à condução estadual do União Brasil, presidido pelo senador eleito Mauro Mendes, a quem atribuiu responsabilidade pelo enfraquecimento da chapa proporcional.
Segundo Júlio, a saída de nomes considerados competitivos, como Allan Porto, Gilberto Figueiredo e Wagner Ramos, reduziu o número de candidatos da legenda e comprometeu a possibilidade de conquistar mais cadeiras na Assembleia. Ele afirmou que quatro integrantes Dilmar Dal Bosco, Sebastião Rezende, ele próprio e Michelly Alencar somaram aproximadamente 120 mil votos, mas o desempenho dos demais candidatos não teria sido suficiente para assegurar uma terceira vaga.
Outro ponto levantado pelo deputado foi a distribuição dos recursos do Fundo Eleitoral. Júlio afirmou que não recebeu repasses da executiva estadual, enquanto outros correligionários teriam recebido valores de até R$ 2,9 milhões. De acordo com ele, sua campanha foi custeada com recursos próprios e doações de familiares e amigos. As declarações sobre a distribuição dos recursos foram feitas pelo próprio parlamentar.
A falta de um palanque político também foi apontada como fator prejudicial. A situação ocorreu após o partido não viabilizar a candidatura de seu irmão, o senador Jayme Campos, ao governo de Mato Grosso. Júlio e o grupo ligado ao irmão passaram a apoiar Wellington Fagundes, enquanto o União Brasil integrou a aliança de apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).
Ao comentar a campanha de Wellington, Júlio avaliou que faltou mobilização, especialmente no interior do estado. “Fiquei sem palanque”, afirmou o deputado, ao explicar que não se sentia integrado às duas frentes políticas.
O parlamentar também atribuiu parte do resultado à polarização nacional. Na avaliação dele, candidaturas associadas ao bolsonarismo e à esquerda tiveram desempenho acima das expectativas internas, reduzindo o espaço eleitoral de nomes tradicionais de centro-direita em Mato Grosso.
Apesar da derrota, Júlio Campos afirmou que pretende cumprir o restante do mandato na Assembleia Legislativa e continuar atuando na vida pública estadual. Sem uma cadeira garantida para 2027, o parlamentar encerra a tentativa de reeleição após uma trajetória política de mais de cinco décadas.
Com informações Gazeta
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