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Deputado Thiago Silva destina emenda e entrega ônibus escolar para Alto Paraguai

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Governador e o deputado entrega as chaves para representante de Alto Paraguai

Foto: Samantha dos Anjos

Representantes do município em frente ao ônibus escolar adquirido com emenda parlamentar

Foto: Samantha dos Anjos

O deputado estadual Thiago Silva destinou emenda parlamentar e realizou a entrega, na segunda-feira (27), de um novo ônibus escolar para atender o município de Alto Paraguai. A indicação é da secretária municipal de Assistência Social ,Layane Souza, e do prefeito Adair José que solicitaram o apoio ao parlamentar que concedeu emenda no valor de R$ 316 mil.

O evento foi realizado no Palácio Paiaguás e contou com a participação do governador Mauro Mendes, secretário estadual de Educação, Alan Porto, e demais servidores públicos do Estado.

O deputado comemorou mais um investimento destinado à educação em Mato Grosso. “Para mim, é uma imensa alegria contribuir com a destinação da emenda para atender a educação de Alto Paraguai e este novo ônibus será importante para atender alunos da zona rural e também da cidade. Agradeço a confiança em nosso trabalho”, disse o deputado Thiago Silva.

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A secretária Layane representou o prefeito Adair no evento e fez o seu agradecimento em nome da população de Alto Paraguai. “Quero agradecer o deputado, pois no ano passado fiz esse pedido a ele, pois por ser professora conheço as dificuldades do município. Em nome do prefeito Adair agradeço digo que estamos juntos para realizar mais parcerias”, disse a secretária.

O parlamentar se colocou à disposição para continuar destinando emendas para viabilizar benefícios em prol da população de Alto Paraguai e de toda a região médio-norte.

Fonte: ALMT

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Abilio diz ter recursos para canetas emagrecedoras e aguarda protocolo do SUS

Prefeito afirma que definição de critérios pelo Ministério da Saúde é necessária para colocar em funcionamento o programa Cuiabá Mais Leve

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que a administração municipal dispõe de recursos para adquirir medicamentos destinados ao tratamento da obesidade, mas ainda aguarda a definição de um protocolo do Sistema Único de Saúde (SUS) para avançar com o programa Cuiabá Mais Leve. A declaração ocorre após o governo federal anunciar medidas para ampliar o acesso às chamadas canetas emagrecedoras na rede pública. 

Segundo Abilio, a falta de diretrizes nacionais é atualmente o principal obstáculo para estruturar a oferta dos medicamentos pelo município. O prefeito sustenta que o protocolo é necessário para estabelecer critérios de atendimento, definir quais pacientes poderão receber o tratamento e organizar o acompanhamento pela rede municipal de saúde. 

“Se ele não conseguir liberar a caneta, libera pelo menos o protocolo, nós temos o recurso aqui para fazer o projeto”, afirmou o prefeito, ao defender que o Ministério da Saúde estabeleça as regras necessárias para a iniciativa. 

O Cuiabá Mais Leve foi planejado para atender pessoas com sobrepeso e obesidade por meio de acompanhamento integrado na rede pública. A proposta prevê que o uso de medicamentos ocorra dentro de critérios médicos e associado ao monitoramento dos pacientes. 

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Abilio afirmou ainda que, com a regulamentação estabelecida pelo governo federal, a Prefeitura teria condições de organizar a aquisição e a oferta dos medicamentos. Caso as próprias canetas sejam disponibilizadas pelo SUS, segundo ele, a implantação da iniciativa municipal também seria facilitada. 

O Ministério da Saúde informou na quinta-feira (17) que trabalha na elaboração de um protocolo clínico para o uso desses medicamentos no SUS. A pasta conduz um estudo com 250 pacientes com obesidade grave ou associada a outras condições de saúde, atendidos pelo Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, para avaliar o tratamento e subsidiar diretrizes de acompanhamento. 

De acordo com o ministério, a intenção é disponibilizar as canetas no sistema público com critérios clínicos e acompanhamento adequado. Até a definição dessas regras, a Prefeitura de Cuiabá afirma que o programa municipal permanece dependente do protocolo para avançar. 

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