APOIO EM SORRISO

Alei destaca trajetória de Pivetta e defende continuidade da atual gestão em Mato Grosso

Prefeito de Sorriso citou os três mandatos do governador em Lucas do Rio Verde e a parceria com Mauro Mendes ao manifestar apoio à reeleição

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O prefeito de Sorriso, Alei Fernandes (União), manifestou apoio à reeleição do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) durante agenda política realizada na sexta-feira (18), no município. Em discurso, o gestor municipal destacou a trajetória administrativa de Pivetta e defendeu a continuidade do atual projeto de governo em Mato Grosso. 

Pivetta participou do evento ao lado de Alei e de candidatos que integram ou apoiam a coligação Mato Grosso Não Pode Parar. Durante sua fala, o prefeito lembrou os três mandatos exercidos por Pivetta à frente da Prefeitura de Lucas do Rio Verde e classificou o município como uma “cidade modelo” construída durante aquele período. 

Alei também pediu a união dos eleitores de Sorriso em torno da candidatura do governador. Segundo o prefeito, a experiência acumulada por Pivetta na administração municipal e estadual é um dos motivos para seu apoio à permanência do republicano no Palácio Paiaguás. 

Outro ponto mencionado no discurso foi a parceria política e administrativa de Pivetta com o ex-governador e atual candidato ao Senado Mauro Mendes (União). Alei atribuiu aos dois as mudanças realizadas pelo Governo do Estado nos últimos anos e afirmou esperar a continuidade dessas ações em um eventual novo mandato. 

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A passagem por Sorriso integrou uma agenda mais ampla de Pivetta no município, com participação de lideranças políticas e candidatos da coligação. Entre as atividades realizadas estiveram encontros com vereadores, mobilizações com apoiadores e compromissos políticos em diferentes pontos da cidade.

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POLÍTICA MT

Abilio diz ter recursos para canetas emagrecedoras e aguarda protocolo do SUS

Prefeito afirma que definição de critérios pelo Ministério da Saúde é necessária para colocar em funcionamento o programa Cuiabá Mais Leve

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que a administração municipal dispõe de recursos para adquirir medicamentos destinados ao tratamento da obesidade, mas ainda aguarda a definição de um protocolo do Sistema Único de Saúde (SUS) para avançar com o programa Cuiabá Mais Leve. A declaração ocorre após o governo federal anunciar medidas para ampliar o acesso às chamadas canetas emagrecedoras na rede pública. 

Segundo Abilio, a falta de diretrizes nacionais é atualmente o principal obstáculo para estruturar a oferta dos medicamentos pelo município. O prefeito sustenta que o protocolo é necessário para estabelecer critérios de atendimento, definir quais pacientes poderão receber o tratamento e organizar o acompanhamento pela rede municipal de saúde. 

“Se ele não conseguir liberar a caneta, libera pelo menos o protocolo, nós temos o recurso aqui para fazer o projeto”, afirmou o prefeito, ao defender que o Ministério da Saúde estabeleça as regras necessárias para a iniciativa. 

O Cuiabá Mais Leve foi planejado para atender pessoas com sobrepeso e obesidade por meio de acompanhamento integrado na rede pública. A proposta prevê que o uso de medicamentos ocorra dentro de critérios médicos e associado ao monitoramento dos pacientes. 

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Abilio afirmou ainda que, com a regulamentação estabelecida pelo governo federal, a Prefeitura teria condições de organizar a aquisição e a oferta dos medicamentos. Caso as próprias canetas sejam disponibilizadas pelo SUS, segundo ele, a implantação da iniciativa municipal também seria facilitada. 

O Ministério da Saúde informou na quinta-feira (17) que trabalha na elaboração de um protocolo clínico para o uso desses medicamentos no SUS. A pasta conduz um estudo com 250 pacientes com obesidade grave ou associada a outras condições de saúde, atendidos pelo Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, para avaliar o tratamento e subsidiar diretrizes de acompanhamento. 

De acordo com o ministério, a intenção é disponibilizar as canetas no sistema público com critérios clínicos e acompanhamento adequado. Até a definição dessas regras, a Prefeitura de Cuiabá afirma que o programa municipal permanece dependente do protocolo para avançar. 

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