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Três faccionados são presos em flagrante pela PM suspeitos por tráfico de drogas

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Em duas ações distintas, policiais militares do 5º Batalhão prenderam, nesta quarta-feira (30.7), três integrantes de facção criminosa suspeitos de tráfico de drogas, em Rondonópolis (a 220 km de Cuiabá). Um deles já tem diversas passagens policiais pelo mesmo crime. Nas ações, foram apreendidas diversas porções e tabletes de substâncias análogas à maconha.

Durante policiamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero, no bairro Jardim Liberdade II, as equipes flagraram um homem, em atitude suspeita, em frente a uma residência. Ele correu com a aproximação dos policiais militares.

Na tentativa de fuga, o homem dispensou um cigarro de maconha, quebrou o aparelho celular e o arremessou pelo muro da casa. Ao ser detido, as equipes encontraram três porções de maconha com ele.

Em buscas pelo local, foram encontradas outras onze porções e um tablete do entorpecente escondido em meio a alguns tijolos do quintal. O suspeito confessou a comercialização da droga. Os policiais identificaram que ele já possuía quatro passagens criminais por tráfico e uma por receptação.

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Os policiais militares também intensificaram o policiamento no bairro Jardim Ipanema e flagraram um homem repassando drogas para um terceiro indivíduo. Ao perceberem a aproximação das equipes, os suspeitos correram para dentro do imóvel, sendo abordados em seguida.

Nos fundos da casa, as equipes encontraram algumas porções de maconha, materiais para embalagem e comércio ilegal das drogas e R$ 145 em espécie. Todos os suspeitos e os materiais recolhidos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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