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Suspeito por tentativa de feminicídio é preso em flagrante pela Polícia Militar

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Policiais militares do 11º Batalhão prenderam em flagrante, na madrugada desta segunda-feira (12.08), um homem, de 30 anos, suspeito por tentativa de feminicídio, lesão corporal, ameaça e porte ilegal de arma de fogo na zona rural do município de Feliz Natal (a 510 km de Cuiabá).

De acordo com boletim de ocorrência, os militares foram acionados pelo proprietário da fazenda localizada na Comunidade Seringal, que relatou que o suspeito trabalha como caseiro e reside com a esposa, de 32 anos, e os quatro filhos menores de 14 anos. O irmão da vítima também estava na residência neste dia.

Aos policiais militares, a vítima contou que o marido estava embriagado e que foi agredida com socos por volta das 2h40 da manhã. Ele também ameaçou matá-la com uma arma de fogo tipo espingarda.

O irmão da vítima entrou em luta corporal com o suspeito, momento em que houve um disparo da arma contra o teto da residência. Após o tiro, o homem foi para um dos quartos, e a mulher correu até uma propriedade rural vizinha para pedir ajuda.

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Diante das informações, os militares se deslocaram até a casa dos envolvidos e encontrou o suspeito dormindo na cama do casal. As equipes apreenderam dois cartuchos .28, sendo um intacto e outro deflagrado. A arma de fogo foi localizada em baixo do colchão em que ele estava deitado.

Ele e o armamento foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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