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Suspeito de danificar e furtar quiosque comercial é preso em flagrante pela Polícia Civil

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Um suspeito de furtar e danificar um quiosque comercial no centro de Vila Bela da Santíssima Trindade foi preso em flagrante na quinta-feira (24.03), após diligências da equipe da Delegacia da Polícia Civil. Com o suspeito foi encontrada uma caixa amplificadora furtada do comércio.

O furto ocorreu na madrugada de quinta-feira e após coletar imagens de câmeras de segurança, que flagraram o suspeito, os policiais civis conseguiram identificá-lo. Pelas imagens foi possível identificar que o suspeito, antes de entrar no quiosque, observa as câmeras e depois encobre o rosto com uma camiseta.

O suspeito danificou o cadeado da porta de entrada e a parede para entrar no quiosque. Depois, furtou uma caixa amplificada, dinheiro em espécie e algumas fichas de cerveja. Nas adjacências da praça, há câmeras de segurança instaladas pela Prefeitura Municipal.

O rapaz foi localizado em frente a um supermercado da cidade. No momento em que os policiais saíam da viatura, ele entrou no comércio. Ao ser abordado e questionado sobre o furto, ele negou os fatos, mas após citar as imagens captadas pelas câmeras de segurança do local, ele confessou ser o autor do crime.

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Sobre a caixa de som, ele disse que a escondeu em um matagal, nas proximidades de um posto de combustível, onde foi localizada.

Conduzido à delegacia, o suspeito foi autuado em flagrante pelo delegado João Paulo Berté por furto qualificado e dano.

Fonte: PJC MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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