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Sinop realiza último Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti do ano

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A Prefeitura de Sinop está empenhada em garantir a saúde e o bem-estar da população, e uma parte fundamental desse compromisso é o monitoramento e controle da infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como a dengue, zika e chikungunya. Por isso, teve início ontem, segunda-feira, 23, e segue até o final desta semana [sexta-feira, 27], o último Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) do ano.

O LIRAa é uma ferramenta essencial para avaliar o índice de infestação do mosquito Aedes aegypti no município, permitindo, desta forma, que medidas preventivas e corretivas sejam tomadas para proteger a população. Este levantamento conta com a participação de equipes dedicadas, que visitarão 2.600 residências e estabelecimentos comerciais para identificar focos de infestação e aplicar medidas de controle.

O coordenador de Endemias, Alef de Souza Costa, destaca que a colaboração dos moradores é crucial para o sucesso deste esforço. “Pedimos a todos que abram suas portas para as equipes de saúde e que permitam que eles realizem as inspeções necessárias. Além disso, é fundamental que todos estejam cientes da importância de eliminar recipientes que possam acumular água e se tornar criadouros do mosquito”, enfatiza.

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O LIRAa é realizado quatro vezes ao ano, em todo Brasil, de forma simultânea. O percentual preconizado pelo Ministério da Saúde é de 1%, aqui em Sinop o primeiro levantamento foi de 10,9%, passando para 2,2% e reduzindo para 1,3%. Os resultados ajudam a direcionar as ações do Poder Público, fortalecendo a luta contra as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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