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Quadrilha é presa por tentativa de homicídio em zona rural de MT

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Policiais militares do 13º Batalhão prenderam, na noite desta quinta-feira (14.07), três homens e uma mulher por tentativa de homicídio, ameaça, porte ilegal de arma de fogo e dirigir sob influência de álcool, na zona rural do Distrito de Novo Eldorado, em Tapurah (429 km de Cuiabá). 
 
Segundo informações do boletim de ocorrência, os policiais militares receberam denúncia de que os suspeitos teriam passado em frente a uma residência onde haviam cinco vítimas na área externa e um deles teria efetuado disparo de arma de fogo contra o grupo.
 
Logo em seguida os suspeitos saíram em alta velocidade. Ninguém ficou ferido. Uma das vítimas reconheceu que um dos suspeitos era seu parente.
 
De imediato, os policiais realizaram buscas aos suspeitos pela região e conseguiu localizá-los. Durante busca veícular foi encontrado uma arma de pressão adaptada ao uso como arma de fogo calibre .22, a qual possuí uma mira holográfica.
 
Na bolsa de uma suspeita foi encontrado uma caixa de munições do mesmo calibre, bem como no interior do carro também haviam munições. Os militares ainda encontraram diversas latinhas de cerveja. 
 
Diante dos fatos, os suspeitos, a arma e as munições foram encaminhadas à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.
 
Disque-denúncia  
 
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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