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PRF flagra transporte irregular de armas e munições na BR-364, em Jangada/MT

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Na noite de quarta-feira (4), por volta das 21h30, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu armas de fogo e munições transportadas de forma irregular durante fiscalização no km 495 da BR-364, no município de Jangada/MT.

A abordagem ocorreu após ordem de parada a um veículo que transitava no trecho. Durante a fiscalização, o condutor informou que havia uma arma de fogo no interior do automóvel e apresentou-se como atirador desportivo (CAC). Ao ser solicitado o Certificado de Registro e a Guia de Tráfego Especial (GTE), o condutor apresentou documentos válidos apenas para o tráfego da pistola calibre .380, com origem e destino limitados a Várzea Grande e Cuiabá.

No entanto, o trajeto realizado era divergente do informado nas guias, uma vez que o condutor declarou estar vindo de Juara/MT, sendo abordado em Jangada/MT, o que não está previsto nos documentos apresentados.

Além disso, foi localizada uma segunda arma de fogo, tipo garrucha calibre 36, sem registro, o que caracteriza, em princípio, o porte ilegal de arma de fogo de uso permitido.

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Foram apreendidas:

  • 1 pistola calibre .380 com dois carregadores e 36 munições;

  • 1 garrucha calibre 36 com 16 munições;

Diante da situação, o envolvido foi conduzido à Delegacia da Polícia Judiciária Civil de Rosário Oeste/MT, para os procedimentos cabíveis.

A PRF segue atenta ao cumprimento da legislação sobre o transporte de armas e munições, garantindo a segurança de todos nas rodovias federais.

Fonte: PRF – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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