POLICIAL
PRF Efetua Apreensão de Mais de 730 Quilos de Drogas em Operações Recentes
Ocorrência 1: 460 kg de Cocaína em Alto Garças (21/10/2024)
Em 21 de outubro, por volta das 12h, no km 53 da BR 364, a PRF abordou um caminhão. O motorista, nervoso e evasivo, fugiu ao ser solicitado a documentação. Uma vistoria revelou um fundo falso contendo 411 tabletes de cocaína, totalizando aproximadamente 460 kg. O fugitivo foi localizado horas depois. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Federal.
Ocorrência 2: 2 kg de Maconha em Poconé (23/10/2024), às 15h40, durante fiscalização em um ônibus, a equipe encontrou dois tabletes de maconha na mochila de um homem, um passageiro que confessou que iria transportar a droga de Cáceres para Cuiabá. Ele foi preso e levado à Polícia Judiciária Civil.
Ocorrência 3: 261 kg de Pasta Base de Cocaína em Primavera do Leste (23/10/2024)
Ainda em 23 de outubro, às 17h59, na BR 070, a PRF abordou um caminhão que transportava madeira. Após fiscalização, foram encontrados 261 tabletes de pasta base de cocaína escondidos na carga. Os ocupantes foram presos e a ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia Judiciária Civil.
Ocorrência 4: 930 g de Pasta Base de Cocaína em Alto Garças (23/10/2024)
Às 20h30 do mesmo dia, em um ônibus uma passageira foi abordada e encontrada com um tablete de pasta base de cocaína pesando aproximadamente 930 gramas. Ela foi presa e encaminhada à Polícia Civil de Alto Garças.
Ocorrência 5: 13.6 kg de Drogas em Rondonópolis (24/10/2024)
Em 24 de outubro, às 17h, uma equipe da PRF realizou apreensões em uma residência em Rondonópolis, resultando na apreensão de 2.1 kg de cocaína, 8.35 kg de cocaína e 2.25 kg de skunk.
Essas ações exemplificam o comprometimento da PRF na luta contra o tráfico de drogas, evidenciando a eficácia das operações de fiscalização e a capacidade de agir rapidamente diante de situações suspeitas.
As apreensões realizadas não apenas removem substâncias perigosas das ruas, mas também desmantelam redes de tráfico, contribuindo para a segurança e o bem-estar da sociedade.
O trabalho contínuo da PRF é fundamental para combater o crime organizado e garantir a proteção das comunidades, reafirmando seu papel essencial na manutenção da ordem e da lei nas rodovias brasileiras.
Fonte: PRF – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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