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Polícias Civis de MT e SE cumprem 16 mandados contra organização criminosa voltada para crimes de estelionato

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Dezesseis ordens judiciais, entre mandados de prisão e busca e apreensão domiciliar com objetivo de desarticular uma organização criminosa envolvida em crimes de estelionato em todo o país, são cumpridos na manhã desta quarta-feira (19.10) na Operação Siriema, deflagrada pela Polícia Civil do estado de Sergipe com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

As ordens judiciais, sendo 10 mandados de busca e apreensão domiciliar e seis de prisão preventiva, foram expedidas pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Itabaiana (SE) e 4ª Vara Criminal de Aracaju (SE) e são cumpridas nas cidades de Cuiabá e Várzea Grande.

A operação deflagrada com base em investigações da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio de Itabaiana (Depatri) tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada para a prática de crimes como estelionato virtual, na modalidade golpe da OLX, com vítimas em diversos estados do país.

Além da prisão dos investigados, os trabalhos buscam a apreensão de materiais como aparelhos celulares, cartões, documentos, e valores em dinheiro que possam auxiliar nas investigações e que comprovem a atuação da organização criminosa.

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Ao todo, participam da operação 60 policiais civis coordenados pelo delegado titular da GCCO, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, e pelo delegado da Depatri, Antonio Gledson da Silva Santos.

O cumprimento das ordens judiciais conta com apoio das equipes de Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFVA), Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), e da Diretoria de Inteligência.

Fonte: PJC MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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