POLICIAL

Polícia Civil impede golpe do falso pix em farmácia no centro de Confresa

Publicados

em

A Polícia Civil impediu, nesta quarta-feira (14.5), que uma farmácia no centro de Confresa fosse vítima do “golpe do falso PIX”.

Segundo o delegado Mauro Apoitia, uma pessoa entrou em contato com a farmácia pelo telefone, nos dias 13 e 14, solicitando a compra de um perfume de cerca de R$ 1 mil.

O suposto cliente enviava os comprovantes da compra, de transferências via PIX, mas, quando o dono da farmácia conferia, o valor não constava na conta da empresa.

O dono da farmácia acionou a polícia, confirmou a compra e marcou a entrega para um endereço no bairro Setor da Saúde, em Confresa. Uma equipe da Delegacia de Confresa foi até o local indicado e encontrou uma mulher na casa, que iria receber o produto. Questionada, ela disse que havia sido orientada por um primo a receber o perfume em seu nome.

“A gente fez a condução da pessoa que ia receber, mas constatou que ela era inocente. Foi um parente que comprou e pediu para entregar na casa dela. Ele está no Pará, em local incerto. Mas, pelo menos, o golpe foi evitado”, afirmou o delegado Mauro Apoitia.

Leia Também:  Polícia Civil de MT integra operação contra crimes virtuais

Diante da constatação de que ela estava agindo de boa fé, a mulher foi liberada. Mas as investigações continuam para a localização do suspeito e identificação de possíveis outras vítimas.

O delegado Mauro Apoitia frisou que os comerciantes devem tomar uma série de cuidados para não cair no golpe do falso pix:

  • Confirmar o crédito diretamente no extrato bancário;

  • Não negociar com intermediários;

  • Pedir cópia de documentação e comprovante de residência;

  • Arquivar evidências da negociação;

  • Evitar pressa e pressão emocional no momento da venda.

“Se for vítima, registre imediatamente um boletim de ocorrência, anexe todas as provas e informe o CPF, telefone e chave PIX utilizados. Isso permitirá o rastreamento e eventual bloqueio via Mecanismo Especial de Devolução (MED) e auxiliará na prisão do suspeito”, finalizou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Polícias Civil e Militar resgatam vítimas de salve e evitam duplo homicídio em Nova Olímpia

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Polícia Civil prende quatro suspeitos de roubo violento em cidade da região metropolitana

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA