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Polícias Civil e Militar prendem autor de duplo homicídio em General Carneiro

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Um dos autores do duplo homicídio que vitimou um casal no início do mês de agosto, no município de General Carneiro, foi preso pela Polícia Civil com apoio da Polícia Militar, na noite de sábado (23.8).

O suspeito, de 30 anos, teve o mandado de prisão preventiva decretado pelo juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Barra do Garças, após ser identificado na investigação da Delegacia de General Carneiro para esclarecer o crime.

As vítimas, ele de 27 e ela de 29 anos, foram mortas no dia 4 de agosto, dentro da própria residência e na frente da filha de apenas 3 anos.

Conforme apurado pela Polícia Civil, o duplo homicídio foi motivado por disputa entre facções criminosas. A ordem para executar as vítimas teria partido de um grupo atuante na região, após o casal ser acusado de vender entorpecentes pertencentes a um grupo rival, prática conhecida no meio criminal como “cabritagem”.

O crime causou forte repercussão no município, principalmente pela violência e pela presença da criança no local. As vítimas eram investigadas por envolvimento com tráfico de drogas.

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Com base nos indícios e provas de autoria, o investigado teve o mandado de prisão representado pelo delegado de General Carneiro, Matheus Augusto Soares, prontamente deferido pelo Poder Judiciário.

Diante da ordem de prisão preventiva, os policiais civis com apoio dos militares efetuaram a prisão do procurado na noite de sábado (23), em um bar. Em seguida, ele foi conduzido para as providências cabíveis e posteriormente encaminhado para a Cadeia Pública de Barra do Garças.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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