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Policiais civis e militares prendem dois homens por tráfico de drogas em Lucas do Rio Verde

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Dois homens com certa quantidade de entorpecentes em Lucas do Rio Verde (324 km ao norte de Cuiabá), foram presos pela Polícia Civil com apoio com Polícia Militar, na tarde de terça-feira (15.02), durante cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar. 

A ação foi deflagrada após ordem de busca e apreensão, decretada pelo juízo da Vara Única da Comarca de Rosário Oeste, sendo apreendido dinheiro e droga. Os suspeitos de 40 e 24 anos, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico

O mandado judicial foi expedido após investigação da Polícia de Civil, para apurar um roubo majorado que resultou na identificação de dois suspeitos, os quais já vinham sendo investigados acerca de três meses por envolvimento com o tráfico. 

Durante as diligências apurou-se que na residência deles, no bairro Chácara Bom Jesus, havia intensa movimentação de pessoas usuárias entrando e saindo do local, bem como os traficantes faziam entregas de entorpecentes através do chamado “delivery” utilizando uma motocicleta.

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Diante das evidências e do mandado de busca e apreensão, os policiais civis e militares foram até o endereço alvo, e localizaram duas porções de cocaína, cinco porções de maconha, dois pedaços de tabletes de maconha, uma pedra de cocaína pesando aproximadamente 15 gramas, além da quantia de R$ 614 em trocado.

nas buscas também foi apreendida uma balança de precisão, cadernos contendo anotações do tráfico e posterior divisão dos lucros obtidos pela venda, entre outros materiais usados para embalar as substâncias ilícitas.

De acordo com a Polícia Civil, os presos são egressos do sistema penitenciário onde cumpriram pena por tráfico de drogas e roubo. Eles integram uma facção criminosa e um deles exerce a função de “disciplina”. O outro é investigado em diversos roubos na cidade, e por dar apoio logístico para outros indivíduos cometerem crimes.

Depois de conduzidos até a Delegacia de Lucas do Rio Verde, ambos foram interrogados e autuados em flagrante delito. Após a confecção dos autos a dupla foi colocada à disposição da Justiça.

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Fonte: PJC MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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