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Polícia Militar prende suspeito por tentativa de homicídio e quatro faccionados que planejavam executar rivais

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A Polícia Militar prendeu em flagrante três homens e duas mulheres, nesta quinta-feira (15.5), suspeitos de integrarem uma facção criminosa que planejava executar rivais em Barra do Bugres. Um dos detidos é apontado como autor de uma tentativa de homicídio, ocorrida nesta quinta, contra dois irmãos, no bairro Maracanã.

Na ação, os policiais militares da 12ª Companhia Independente apreenderam 30 porções de entorpecentes, uma balança de precisão e quatro aparelhos celulares. Os faccionados foram localizados em endereços distintos no município.

Conforme informações do boletim de ocorrência, as equipes realizavam patrulhamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero quando flagraram um homem, em atitude suspeita, na frente a uma residência, comercializando entorpecentes.

Durante a tentativa de abordagem, o indivíduo correu para os fundos de uma casa. Ele foi detido em seguida. Com ele, os policiais localizaram algumas porções de cocaína.

No imóvel, os policiais flagraram um casal com porções de cocaína. O homem apresentava um ferimento causado por disparo de arma de fogo na perna. À PM, ele revelou que seria autor de uma tentativa de homicídio contra dois irmãos, nesta quinta. Uma das vítimas foi socorrida até uma unidade de saúde. O suspeito confessou que integra uma facção criminosa e que planejava executar rivais.

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Durante buscas pela residência, outra suspeita confessou que era responsável por mapear a localização de outros faccionados rivais pelo município.

De acordo com a jovem, ela relatou a localização de outro casal, vindo de Jaciara, que também auxiliava na localização de integrantes de faccionados rivais em Barra do Bugres com objetivo de executá-los.

Diante da nova denúncia, os policiais militares se deslocaram até o endereço e localizaram os novos suspeitos. Os militares apreenderam novas porções de substâncias análogas à cocaína. Todos os detidos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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