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Polícia Militar prende suspeito por roubo à residência em Primavera do Leste

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A Polícia Militar prendeu um homem de 25 anos pelos crimes de roubo, porte ilegal de arma, direção perigosa e resistência, na noite desta segunda-feira (31.01). O suspeito foi preso em flagrante após invadir uma residência, acompanhado de um comparsa, no bairro Vertentes das Águas, em Primavera do Leste.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 21h40, a PM foi informada via 190 sobre um roubo a uma residência. No endereço informado, os policiais encontraram uma mulher, que disse que teve sua casa invadida por dois homens armados. Segundo a vítima, os criminosos a trancaram dentro de um cômodo, de onde ela conseguiu escapar e pedir ajuda para sua vizinha.

De posse das características dos suspeitos, a equipe iniciou diligências pela região e localizou os homens, com as mesmas características informadas, dentro de um veículo Gol de cor preta. Foi iniciado procedimento de abordagem, mas o condutor empreendeu fuga em alta velocidade, ignorando os sinais luminosos e sonoros da viatura. Reforço de outras equipes foi solicitado, enquanto os suspeitos foragiram desrespeitando as regras de trânsito e colocando a vida de populares em perigo. 

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Em determinado momento, os criminosos pararam o veículo e o motorista saiu correndo para os fundos de um imóvel, enquanto o passageiro sacou uma arma de fogo e atirou em direção aos policiais, que revidaram a injusta agressão com outros disparos, sendo que um deles atingiu o suspeito. Equipe do Samu foi acionada e os socorristas confirmaram o óbito do suspeito.

Os policiais continuaram as diligências em busca do outro criminoso, que fugiu a pé e foi localizado próximo de onde ele tinha abandonado o veículo. Diante dos fatos, o criminoso recebeu voz de prisão pelos crimes e foi encaminhado para a Delegacia de Rondonópolis. A arma utilizada pelos suspeitos, tipo garrucha, com duas munições, foi apreendida, assim como o veículo usado para a fuga.

Fonte: PM MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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